A CNB, a principal corrente do PT, decidiu apoiar Edinho Silva para a presidência do partido. Em uma reunião em Brasília, líderes da CNB, incluindo a tesoureira Gleide Andrade e o senador Humberto Costa, concordaram em não lançar outro candidato nas eleições internas, o que aumenta as chances de Edinho ser eleito no primeiro turno. Esse acordo será comunicado a Lula após a Páscoa.
Os líderes afirmaram que não querem se opor a Edinho, mas também não desejam que ele tenha controle total do partido. Para isso, pretendem negociar a indicação do próximo tesoureiro do PT, sendo Gleide Andrade a mais cotada para o cargo. No entanto, Edinho já sinalizou que não pretende mantê-la. Aliados dele afirmam que as discussões sobre nomeações devem ocorrer após a formação das novas direções do PT. A ala de Gleide promete pressionar Edinho para que um acordo sobre a tesouraria seja feito em breve, buscando um equilíbrio de poder dentro do partido.
A CNB (Construindo um Novo Brasil), a principal corrente do PT, avançou na unificação de apoio a Edinho Silva para a presidência do partido. Em um encontro realizado na sede do PT em Brasília, líderes da CNB, incluindo a tesoureira Gleide Andrade e o senador Humberto Costa, decidiram não lançar outro candidato nas eleições internas, aumentando as chances de Edinho ser eleito no primeiro turno.
O acordo, que será comunicado a Lula após a Páscoa, visa consolidar a candidatura de Edinho, que é o preferido do presidente. Durante a reunião, os líderes expressaram que não há interesse em opor-se ao ex-prefeito, mas também não desejam que ele controle o partido sem condições. Para isso, pretendem negociar a indicação do próximo tesoureiro do PT.
Atualmente, o nome mais cotado para o cargo é o de Gleide Andrade, que ocupa a secretaria de finanças do partido. No entanto, Edinho já indicou que não pretende mantê-la no cargo. Aliados do ex-prefeito afirmam que ele prefere discutir as nomeações apenas após a formação das novas direções do PT.
A ala ligada a Gleide promete pressionar Edinho para que um acordo sobre a tesouraria seja firmado em breve, garantindo assim um equilíbrio de poder dentro do partido. A movimentação reflete a busca por estabilidade e unidade na CNB em um momento crucial para o PT.
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