Entre 1792 e 1798, os astrônomos Jean-Baptiste Joseph Delambre e Pierre Méchain mediram a distância entre Dunkerque e Barcelona, uma tarefa importante que ajudou a definir o metro e a entender melhor a forma da Terra, que não é perfeitamente esférica. Essa medição possibilitou a criação de mapas mais precisos. O pesquisador Alain Riazuelo, em seu livro “Por que a Terra é redonda”, fala sobre a evolução do conhecimento sobre a forma do planeta e como o terraplanismo ressurgiu com as redes sociais. Ele destaca a importância do método científico em tempos de desinformação e como ideologias podem influenciar a aceitação de fatos científicos. Riazuelo menciona que, no passado, crenças erradas, como a de Aristóteles sobre a Terra ser o centro do universo, levaram a erros. Ele também alerta que a ignorância pode ser usada como arma política, como se vê em movimentos atuais. Além disso, Riazuelo afirma que, embora a inteligência artificial possa processar dados, a criação de novo conhecimento ainda depende da capacidade humana. Ele enfatiza que entender o método científico é essencial para combater a desinformação e promover um entendimento mais profundo do mundo.
Entre mil setecentos e noventa e dois e mil setecentos e noventa e oito, os astrônomos Jean-Baptiste Joseph Delambre e Pierre Méchain mediram a distância entre Dunkerque e Barcelona. Essa tarefa, realizada sob condições adversas, foi fundamental para definir o metro e entender melhor a forma da Terra. A medição revelou que a Terra não é perfeitamente esférica e possibilitou a criação de mapas mais precisos.
O pesquisador Alain Riazuelo, em seu livro “Por que a Terra é redonda”, explora a evolução do conhecimento sobre a forma do planeta e a ressurreição do terraplanismo na era das redes sociais. Riazuelo destaca a importância do método científico em tempos de desinformação, afirmando que a ciência busca construir conhecimento a partir de perguntas fundamentais.
Riazuelo também discute a influência de ideologias na aceitação de fatos científicos. Ele menciona que, no passado, a crença em Aristóteles levou a erros, como a ideia de que a Terra era o centro do universo. O autor ressalta que, embora hoje a ciência seja mais aceita, a ignorância ainda pode ser usada como arma política, como evidenciado por movimentos contemporâneos.
Por fim, Riazuelo alerta que a ciência, apesar de suas conquistas, enfrenta desafios. Ele observa que, embora a inteligência artificial possa processar dados, a criação de conhecimento novo ainda depende da capacidade humana. O autor enfatiza que a compreensão do método científico é crucial para combater a desinformação e promover um entendimento mais profundo do mundo.
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