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COP30 busca US$ 1,3 trilhão para programas ambientais até 2035, afirma André Corrêa do Lago

André Corrêa do Lago, presidente da COP30, destaca a meta de US$ 1,3 trilhão até 2035 para programas ambientais. O apoio do Ministério da Fazenda é crucial para garantir a captação de recursos necessários. A proposta será apresentada até a cúpula em novembro, em Belém. A participação dos EUA ainda não foi discutida, mas a colaboração entre ministérios é vista como essencial para a implementação das decisões climáticas.

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André Corrêa do Lago, presidente da COP30, anunciou que os países precisam buscar US$ 1,3 trilhão até 2035 para implementar programas ambientais, especialmente relacionados ao clima. Ele fez essa declaração em uma reunião em Washington, onde ocorrem discussões do FMI e do Banco Mundial. Corrêa do Lago destacou que há um consenso entre líderes sobre a necessidade desse valor e que o objetivo é apresentar estratégias para captar esses recursos até a COP30, que será em novembro em Belém. Ele ressaltou a importância do apoio do Ministério da Fazenda para garantir a implementação das propostas. A secretária de Assuntos Internacionais do Ministério da Fazenda, Tatiana Rosito, também participou do evento, enfatizando a necessidade de avançar no financiamento climático. Para alcançar o montante necessário, será preciso integrar todos os mecanismos financeiros disponíveis, e Corrêa do Lago acredita que, com esforço conjunto, é possível atingir essa meta e implementar programas que ajudem o meio ambiente e o clima global.

O presidente da COP30, André Corrêa do Lago, anunciou que os países devem buscar US$ 1,3 trilhão até 2035 para implementar programas ambientais, especialmente na área climática. A declaração foi feita em uma reunião nesta quarta-feira, dia 23, em Washington, onde ocorrem discussões paralelas do Fundo Monetário Internacional (FMI) e do Banco Mundial.

Corrêa do Lago destacou que há um consenso entre líderes e doadores sobre a necessidade desse volume de recursos. O objetivo até a COP30, que ocorrerá em novembro em Belém, é apresentar estratégias para a captação desses fundos. Ele enfatizou a importância do apoio do Ministério da Fazenda para garantir a implementação das propostas discutidas nas cúpulas climáticas.

“É fundamental ter o apoio do Ministério da Fazenda e envolver outros ministérios de Fazenda de diferentes países para assegurar a implementação das COPs”, afirmou Corrêa do Lago. A secretária de Assuntos Internacionais do Ministério da Fazenda, Tatiana Rosito, também participou do evento, reforçando a necessidade de avançar no financiamento climático.

Para alcançar o montante proposto, será necessário integrar todos os mecanismos financeiros disponíveis. O presidente da COP30 acredita que, com um esforço conjunto, é possível atingir a meta e implementar programas que beneficiem o meio ambiente e o clima global.

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