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Arqueólogos descobrem restos de mulher da elite da civilização Caral no Peru

Arqueólogos revelam descoberta de múmia feminina de elite da civilização Caral, destacando o papel das mulheres na cultura antiga peruana.

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Arqueólogos descobriram os restos de uma mulher de elite da civilização Caral, que viveu há cerca de 5.000 anos, em Aspero, no norte do Peru. A múmia, encontrada em dezembro de 2023, estava bem preservada e adornada, mostrando a importância das mulheres na cultura Caral. A mulher tinha entre 20 e 35 anos, media cerca de 1,5 metro e usava um adorno na cabeça que indicava seu status. Seu corpo estava envolto em tecidos e um manto de penas de arara. Junto a ela, foram encontrados objetos como uma tigela de pedra e um cesto de palha. A civilização Caral, que existiu entre 3000 e 1800 a.C., é considerada a cultura-mãe das Américas e foi reconhecida pela Unesco como patrimônio cultural da humanidade em 2009. Essa descoberta ajuda a entender melhor o papel das mulheres na sociedade da época.

Arqueólogos anunciaram, na quinta-feira (24), a descoberta dos restos de uma mulher de elite da civilização Caral, que viveu há cerca de 5.000 anos. A múmia foi encontrada em Aspero, um sítio sagrado no norte do Peru, e revela a importância das mulheres na cultura Caral, conforme explicou David Palomino, diretor da equipe de pesquisa.

A múmia foi localizada em dezembro de 2023, em um local que serviu como depósito de lixo por mais de 30 anos, até ser reconhecido como sítio arqueológico na década de 1990. Palomino apresentou imagens dos restos bem preservados, que incluem pele, parte das unhas e cabelo. Ele destacou que a mulher aparentava ter um status elevado, possivelmente pertencendo à elite da sociedade.

Análises preliminares indicam que a mulher tinha entre 20 e 35 anos, media cerca de 1,5 metro de altura e usava um adorno na cabeça que simbolizava seu status. Seu corpo estava envolto em camadas de tecidos e em um manto de penas de arara. Junto aos restos mortais, foram encontrados objetos como uma tigela de pedra e um cesto de palha, que foram exibidos no Ministério da Cultura em Lima.

A civilização Caral, desenvolvida entre 3000 e 1800 a.C., é considerada a cultura-mãe das Américas. Localizada no vale de Supe, a 182 quilômetros de Lima, foi declarada patrimônio cultural da humanidade pela Unesco em 2009. A descoberta reforça a relevância histórica das mulheres na sociedade Caral e contribui para o entendimento das dinâmicas sociais da época.

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