O papa Francisco faleceu em 21 de outubro de 2023, e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva lamentou a perda, chamando-o de “amigo querido”. Durante seu papado, Francisco teve uma relação próxima com Lula e Dilma Rousseff, mas se distanciou de Michel Temer e Jair Bolsonaro. A amizade entre Francisco e Lula começou com desconfiança, mas se fortaleceu quando o papa enviou uma carta a Lula durante sua prisão. Em junho de 2023, Lula se encontrou com Francisco no Vaticano e recebeu uma placa com a mensagem “a paz é uma flor frágil”. O papa também defendeu Lula em entrevistas, afirmando que ele foi condenado sem provas. Dilma, que foi presidente no início do papado de Francisco, teve uma relação positiva com ele, recebendo elogios e apoio durante seu impeachment em 2016. A relação de Francisco com Temer foi marcada pela recusa do papa em visitar o Brasil durante seu mandato, enquanto com Bolsonaro, o distanciamento foi maior, especialmente em questões ambientais e durante a pandemia de Covid-19. Francisco, que liderou a Igreja Católica desde 2013, deixou um legado de defesa dos direitos humanos e do meio ambiente.
O papa Francisco faleceu no dia 21 de outubro de 2023. O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, manifestou sua tristeza pela morte do pontífice, descrevendo-o como um “amigo querido”. Durante seu papado, Francisco teve uma relação mais próxima com Lula e Dilma Rousseff, enquanto se distanciou de Michel Temer e Jair Bolsonaro.
A relação de Francisco com Lula começou com desconfiança, mas se fortaleceu após o envio de uma carta ao ex-presidente durante sua prisão em Curitiba. Em junho de 2023, Lula se encontrou com o papa no Vaticano, onde recebeu uma placa com a mensagem “a paz é uma flor frágil”. O papa também defendeu Lula em entrevistas, afirmando que ele foi condenado sem provas.
Relação com Dilma Rousseff
Dilma Rousseff, que foi presidente durante o início do papado de Francisco, também teve uma relação positiva com o papa. Ele a elogiou como uma “mulher de mãos limpas” e criticou o impeachment que a afastou do cargo em 2016. Ambos se encontraram várias vezes, incluindo durante a visita de Francisco ao Brasil em 2013.
Distanciamento de Temer e Bolsonaro
A relação de Francisco com Michel Temer foi marcada pela recusa do papa em visitar o Brasil durante seu mandato. Em uma carta, Francisco pediu atenção aos “mais pobres” que sofrem com crises. Com Jair Bolsonaro, o distanciamento foi ainda mais acentuado, especialmente em questões ambientais e durante a pandemia de Covid-19. O papa criticou a postura de Bolsonaro em relação ao distanciamento social e se opôs à sua visão sobre o Sínodo da Amazônia em 2019.
Francisco, que liderou a Igreja Católica desde 2013, deixou um legado de defesa dos direitos humanos e do meio ambiente, além de um forte compromisso com os mais necessitados.
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