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Movimento pede internet democrática e regulamentação das redes sociais no Brasil

Movimento por uma internet mais justa ganha força no Brasil com manifesto que pede regulação das redes sociais e proteção aos direitos digitais.

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Um novo manifesto chamado “Internet legal: liberdade, segurança e direitos” foi lançado no Brasil, reunindo mais de 100 instituições que pedem a regulação das redes sociais. O documento defende uma internet mais justa, onde as pessoas possam se conectar sem medo e onde a vida seja mais importante que o lucro. O movimento, que inclui várias entidades e profissionais, busca aumentar a transparência das plataformas digitais e evitar monopólios. Além disso, um outro manifesto, assinado por mais de 180 pessoas, pede regras para o funcionamento das redes sociais, afirmando que crimes virtuais devem ser tratados como crimes físicos. Esses apelos refletem uma preocupação crescente com os danos causados por crimes online, especialmente entre jovens. O papa Francisco, em seu último vídeo, também expressou preocupação sobre o uso excessivo das redes sociais, pedindo que a tecnologia ajude a unir as pessoas em vez de dividi-las.

Recentemente, mais de 100 instituições lançaram o manifesto “Internet legal: liberdade, segurança e direitos” no Brasil. O documento, promovido por entidades como a Coalizão Direitos na Rede e o Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação, pede a regulação das plataformas digitais. O objetivo é garantir uma internet mais justa e segura, com transparência e proteção contra crimes virtuais.

O manifesto destaca a necessidade de uma internet que não oprima, mas que acolha as vozes de todos os brasileiros. “Queremos uma internet que fortaleça os laços entre as pessoas”, afirma o texto. A campanha “Internet legal” visa mobilizar a sociedade para a criação de mecanismos de transparência e accountability (responsabilidade) nas plataformas digitais, além de evitar monopólios e promover a soberania tecnológica do país.

Outro documento relevante, assinado por mais de 180 pessoas, incluindo ex-ministros e juristas, pede a criação de regras para o funcionamento das redes sociais. O abaixo-assinado enfatiza que “se é crime no mundo físico, também deve ser crime no mundo virtual”. A crescente preocupação com os crimes virtuais e suas consequências, especialmente entre crianças e jovens, tem gerado um clamor por ações efetivas.

A mensagem do papa Francisco, em seu último vídeo, reforça essa urgência. Ele alertou sobre o uso excessivo das telas em detrimento das relações humanas, pedindo que a tecnologia sirva para unir as pessoas. O apelo do papa ecoa a necessidade de uma internet que promova conexões reais, alinhando-se ao objetivo inicial da rede.

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