Um vulcão submarino chamado Axial Seamount, que fica a cerca de 1,6 km de profundidade na costa do Oregon, está mostrando sinais de que pode entrar em erupção em breve. A atividade sísmica aumentou muito, com centenas de pequenos terremotos ocorrendo todos os dias. Cientistas acreditam que a erupção pode acontecer ainda este ano ou em 2026. Durante a última erupção, em abril de 2015, foram registrados cerca de 10 mil pequenos terremotos em um único dia, e o magma se espalhou por 40 km no fundo do mar. Apesar da atividade, a vida marinha próxima, como peixes e polvos, não deve ser prejudicada, e as pessoas na superfície provavelmente não perceberão a erupção, que não será explosiva. Além disso, a observação do vulcão é facilitada, e os cientistas planejam transmitir ao vivo a próxima erupção. Estudos mostram que as erupções de Axial Seamount costumam ocorrer entre janeiro e abril, possivelmente influenciadas pela gravidade da lua, que afeta as marés e a pressão no fundo do mar.
Axial Seamount, um vulcão submarino localizado a cerca de 1,4 quilômetros de profundidade na costa do Oregon, apresenta sinais de uma possível erupção. Cientistas da Iniciativa de Observatórios Oceânicos da Fundação Nacional de Ciência (NSF) monitoram a atividade sísmica crescente, que já registra centenas de pequenos terremotos diariamente. A previsão é que a erupção ocorra ainda em 2025 ou em 2026.
A atividade sísmica aumentou significativamente, indicando que o vulcão está se inflacionando com magma. O geofísico marinho William Wilcock, da Universidade de Washington, afirmou que a situação é imprevisível. Durante a última erupção, em abril de 2015, foram registrados cerca de 10 mil pequenos terremotos em um único dia. O magma fluiu por aproximadamente 40 quilômetros pelo fundo do mar.
Impacto na Vida Marinha
O vulcão está situado na Dorsal Juan de Fuca, onde duas placas tectônicas se separam, acumulando pressão sob a superfície. Apesar da atividade, a vida marinha nas proximidades, como peixes e moluscos, não deve ser afetada. A diretora do Regional Cabled Array, Debbie Kelley, destacou que a erupção não será explosiva e não gerará nuvens de cinzas visíveis na superfície.
Kelley também mencionou que a vida marinha prospera em ambientes hostis, como os que se formam após as erupções. Após a erupção de 2015, o ecossistema se recuperou rapidamente, mostrando a resiliência da vida nos ventos hidrotermais.
Observação e Estudos Futuros
A observação do Axial Seamount é facilitada pela sua natureza menos explosiva. O observatório planeja transmitir ao vivo a próxima erupção, um evento inédito. A pesquisa sobre vulcões submarinos é desafiadora, mas essencial para entender a formação do planeta.
Estudos indicam que as erupções do Axial Seamount tendem a ocorrer entre janeiro e abril, possivelmente influenciadas por forças gravitacionais da lua. Essas variações de pressão podem aumentar a frequência de terremotos, contribuindo para a atividade vulcânica.
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