Ciara Greene e Gillian Murphy, psicólogos, escrevem sobre a memória como um lugar em constante mudança, onde as lembranças são construídas e transformadas, em vez de serem apenas recordações perfeitas. Darya Tsymbalyuk, pesquisadora e artista, aborda os danos ambientais causados pela guerra na Ucrânia, destacando como a explosão da represa de Kakhovka em 2023 afetou habitats naturais e áreas agrícolas. Glenn Harrison e Don Ross, economistas, comparam a memória dos humanos e dos elefantes, mostrando que os elefantes dependem de memórias estáveis para sobreviver, enquanto os humanos têm imaginações mais poderosas. Eles realizaram experimentos com 40 mil pessoas e 6 elefantes na África do Sul, onde os humanos eram motivados por dinheiro e os elefantes por frutas.
O estudo da memória ganha novas perspectivas com lançamentos de livros de Ciara Greene e Gillian Murphy, Darya Tsymbalyuk, e Glenn Harrison e Don Ross. As obras abordam a memória sob diferentes ângulos, refletindo sua complexidade e relevância.
Memória em Construção
No livro de Greene e Murphy, a memória é descrita como um espaço em constante transformação, denominado Memory Lane. Os autores, psicólogos da Universidade de Princeton, afirmam que a memória não é um local de recordações perfeitas, mas sim um ambiente em que “edifícios” são constantemente construídos, remodelados ou demolidos. Essa visão destaca a dinâmica da memória na formação do comportamento humano.
Impactos Ambientais da Guerra
A artista e pesquisadora Darya Tsymbalyuk apresenta uma análise crítica sobre os custos ambientais da guerra na Ucrânia. Em sua obra, ela lamenta a necessidade de discutir o tema, especialmente após a explosão da Barragem de Kakhovka em 2023, que causou inundações devastadoras. A contaminação de terras e águas por produtos petrolíferos e detritos é um dos principais focos de sua pesquisa.
Gestão de Riscos
Os economistas Glenn Harrison e Don Ross exploram a gestão de riscos em humanos e elefantes. Em seu estudo, eles destacam que os elefantes dependem de memórias “estáveis e precisas” para a sobrevivência, enquanto os humanos trocam essa estabilidade por imaginações poderosas. A pesquisa incluiu experimentos com quarenta mil voluntários de diversas origens e seis elefantes na África do Sul, revelando diferenças significativas nas motivações para a tomada de riscos.
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