O STF está enfrentando ameaças de grupos criminosos, como o Comando 4, que espionam autoridades e planejam atentados. Recentemente, a Corte pediu ao governo Lula a criação de quarenta novos cargos para aumentar a segurança da Polícia Judicial que protege o tribunal, mas ainda não obteve resposta. Um homem chamado Flávio Pacheco foi preso com uma bomba caseira e confessou que pretendia explodir o artefato dentro do STF. Ele já havia visitado o plenário em outubro de 2024, o que levanta preocupações sobre novos ataques, especialmente após um atentado em novembro do ano passado, quando um homem tentou se explodir no Supremo. Pacheco usou um método semelhante ao do chaveiro que morreu ao tentar entrar no tribunal com uma bomba.
O Supremo Tribunal Federal (STF) enfrenta ameaças de grupos criminosos, como o Comando 4, que espionam autoridades e planejam atentados. Recentemente, a Corte solicitou ao governo Lula a criação de quarenta novos cargos no orçamento para aumentar a segurança da Polícia Judicial que protege o tribunal. Até o momento, a administração federal não se manifestou sobre o pedido.
Na semana passada, Flávio Pacheco foi preso na Esplanada dos Ministérios com uma bomba caseira. Em depoimento, ele admitiu que seu objetivo era detonar o artefato dentro do STF, e não no Ministério do Desenvolvimento Social, como inicialmente suspeitavam os investigadores. Pacheco já havia visitado o plenário da Corte em outubro de 2024, o que levanta preocupações sobre um possível atentado.
A bomba que Pacheco possuía era feita de PVC e pólvora extraída de fogos de artifício, método similar ao utilizado por Francisco Wanderley Luiz, que morreu ao tentar explodir um artefato no Supremo no ano passado. A visita de Pacheco ao tribunal ocorreu um mês antes do atentado anterior, aumentando os indícios de um planejamento coordenado.
Diante do aumento das ameaças, o STF intensificou as medidas de segurança para proteger a Corte. A situação exige uma resposta rápida do governo para garantir a segurança dos magistrados e do funcionamento do Judiciário.
Entre na conversa da comunidade