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Astrônomos revelam como seguir carreira na astronomia e explorar o universo

Programa de formação de radioastrônomos na África do Sul completa 20 anos e impulsiona a pesquisa científica no continente.

Willice Obonyo (sentado) mostra a seus alunos da Universidade Técnica do Quênia como usar um telescópio de rádio de mesa para observar emissões de rádio. (Foto: Willice Obonyo)
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Em 2005, a África do Sul começou um programa para formar radioastrônomos, com o objetivo de construir o Square Kilometre Array, o maior radiotelescópio do mundo. Agora, o programa comemora 20 anos, tendo oferecido mais de 1.370 bolsas de estudo e criado 5 posições de pesquisa, com um investimento de cerca de 500 milhões de rand. Willice Obonyo, um dos beneficiários, fala sobre sua experiência na área, ressaltando a importância do treinamento prático que recebeu, especialmente ao usar um telescópio pela primeira vez durante seu mestrado na Universidade da Cidade do Cabo. Ele, que era professor de matemática e física, viu na radioastronomia uma chance de explorar o universo. O SKA, que está em construção, terá mais de 100 mil antenas na Austrália e quase 200 na África do Sul. O programa também ajudou a criar instituições de ensino e centros de pesquisa em vários países africanos. Obonyo participou do projeto Desenvolvimento na África com Radioastronomia, que ofereceu treinamento técnico e científico. Com um doutorado em física e astronomia pela Universidade de Leeds, ele agora ensina na Universidade Técnica do Quênia, ajudando a formar novos profissionais. A radioastronomia na África está crescendo, e a expectativa é que o continente se torne um centro de pesquisa astronômica, atraindo cientistas e estudantes do mundo todo.

Em 2005, a África do Sul lançou um programa de desenvolvimento de capital humano para formar radioastrônomos, visando a construção do Square Kilometre Array (SKA), o maior radiotelescópio do mundo. Este ano, o programa celebra seu 20º aniversário, tendo gerado mais de 1.370 bolsas de estudo e 5 posições de pesquisa em astronomia, com um investimento de cerca de 500 milhões de rand (aproximadamente 28 milhões de dólares).

Willice Obonyo, um dos beneficiários do programa, compartilha sua trajetória na área. Ele destaca a importância do treinamento prático, que lhe permitiu usar um telescópio pela primeira vez durante seu mestrado na Universidade da Cidade do Cabo. Obonyo, que começou sua carreira como professor de matemática e física, viu na radioastronomia uma oportunidade de explorar o universo de forma mais profunda.

O SKA, atualmente em construção, contará com mais de 100 mil antenas na Austrália e quase 200 antenas de prato na África do Sul. O programa de desenvolvimento de capital humano não apenas aumentou o número de radioastrônomos no continente, mas também fomentou a criação de instituições de ensino superior e centros de pesquisa em vários países africanos.

Obonyo enfatiza que o treinamento prático foi crucial para sua formação. Ele participou do projeto Desenvolvimento na África com Radioastronomia (DARA), que ofereceu treinamento em aspectos técnicos e científicos da radioastronomia. Com um doutorado em física e astronomia pela Universidade de Leeds, ele agora leciona na Universidade Técnica do Quênia, contribuindo para a formação de novos profissionais na área.

A evolução da radioastronomia na África é um reflexo do compromisso em desenvolver talentos locais e expandir o conhecimento científico no continente. Com a construção do SKA, a expectativa é que a África se torne um centro de excelência em pesquisa astronômica, atraindo cientistas e estudantes de todo o mundo.

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