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Sindicato de atletas critica Copa do Mundo de Clubes e condena a Fifa

Fifpro critica Fifa por condições inadequadas na Copa do Mundo de Clubes e destaca a falta de diálogo sobre direitos dos jogadores.

Jogadores do Benfica se refrescam durante intervalo em partida contra o Bayern de Munique pela Copa do Mundo de Clubes (Foto: Kevin C. Cox - 24.jun.2025/Getty Images via AFP)
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  • A Fifpro, sindicato global dos jogadores de futebol, criticou a Fifa pela gestão da Copa do Mundo de Clubes nos Estados Unidos.
  • O sindicato apontou condições inadequadas para os atletas, incluindo um calendário sobrecarregado e falta de diálogo.
  • Durante reunião em Amsterdã, Sergio Marchi, presidente da Fifpro, destacou que as políticas da Fifa prejudicam a saúde e os direitos dos jogadores.
  • A Fifa respondeu, expressando decepção com o tom divisivo da Fifpro e alegando que o sindicato optou por confronto em vez de diálogo.
  • A Fifa mencionou propostas de melhorias, como descanso mínimo de 72 horas entre partidas e férias de pelo menos 21 dias ao final da temporada.

A Fifpro, sindicato global dos jogadores de futebol, criticou a Fifa por sua gestão do futebol, especialmente em relação à Copa do Mundo de Clubes realizada nos Estados Unidos. Em comunicado, a Fifpro expressou preocupações sobre as condições inadequadas enfrentadas pelos atletas, citando o calendário sobrecarregado e a falta de diálogo com a entidade máxima do futebol.

Durante uma reunião em Amsterdã, que contou com a presença de 58 sindicatos de jogadores, a Fifpro destacou que as políticas da Fifa têm prejudicado a saúde e os direitos dos jogadores. O presidente do sindicato, Sergio Marchi, afirmou que a competição foi realizada em condições extremas, com jogos sob forte calor e pausas para hidratação, o que demonstra uma insensibilidade aos direitos humanos.

A Fifa, por sua vez, respondeu às críticas, expressando decepção com o tom divisivo adotado pela Fifpro. A entidade argumentou que o sindicato optou por um caminho de confronto em vez de buscar um diálogo construtivo. A Fifa também mencionou uma reunião anterior em Nova York, onde discutiu melhorias para os jogadores, mas alegou que a Fifpro se negou a participar.

Entre as propostas discutidas pela Fifa estavam a implementação de um descanso mínimo de 72 horas entre partidas e um período de férias de pelo menos 21 dias ao final da temporada. A Fifa afirmou que a Fifpro não se preocupou com o bem-estar dos jogadores, mas sim com suas próprias agendas políticas.

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