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UE: preços de petróleo e gás não voltam ao normal mesmo com fim da guerra no Irã

Mesmo com possível fim da guerra no Irã, a UE afirma que preços de petróleo e gás não voltam ao normal em breve; plano de apoio a famílias e empresas é preparado

The sun has set behind a gas station in Frankfurt, Germany, Tuesday, 31 March 2026.
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  • A União Europeia alertou que os preços do petróleo e do gás não voltam ao normal em breve, mesmo que a guerra envolvendo o Irã termine, devido à pressão sobre o abastecimento e a mercados globais apertados.
  • O comissário de energia, Dan Jørgensen, informou que não há faltas imediatas, mas há pressão sobre diesel e combustível para aviação, além de restrições crescentes nos mercados de gás que elevam o preço da eletricidade.
  • O bloco prepara um conjunto de medidas para ajudar famílias e empresas a enfrentar a alta dos preços, incluindo facilitar o desconectamento entre preços do gás e da eletricidade e a possibilidade de corte de impostos sobre a eletricidade.
  • As autoridades indicam aumentos de cerca de 70% no gás e 60% no petróleo na Europa desde o início do conflito, e a fatura da UE com combustíveis fósseis importados subiu em €14bn.
  • O comissário ressaltou a necessidade de cooperação entre os Estados-membros, considerou a possibilidade de um imposto sobre lucros extraordinários de empresas do setor e manteve a meta de reduzir a dependência do gás russo, buscando novas fontes de energia.

O que aconteceu: a União Europeia advertiu que os preços de petróleo e gás não voltam ao normal tão cedo, mesmo que termine o conflito com o Irã. A declaração foi feita durante uma coletiva de imprensa após reunião de ministros de Energia.

Quem está envolvido: o comissário de Energia da UE, Dan Jørgensen, afirmou a gravidade da situação e apresentou planos de apoio a lares e empresas.

Quando e onde: as observações foram feitas nesta terça-feira, na UE, durante a reunião de ministros de Energia da União.

Por que é relevante: há pressão sobre fornecimentos de diesel e combustível para jatos, além de restrições crescentes nos mercados globais de gás, que elevam a eletricidade.

Dados-chave: os preços do gás subiram cerca de 70% e os do petróleo, 60% na Europa desde o início do conflito. A fatura da UE com combustíveis fósseis importados aumentou em €14 bilhões.

Ações em preparação: o bloco prepara um conjunto de medidas para apoiar famílias e setores, visando evitar respostas fragmentadas entre os países.

O que está no radar: devem ser anunciadas em breve ferramentas para desconectar os preços do gás dos da eletricidade e, conforme sugerido, reduzir impostos sobre energia elétrica.

Possíveis receitas adicionais: pode haver uma taxa windfall sobre empresas que auferiram lucros com picos de preço, ainda em estudo.

Apoio a grupos vulneráveis: há oportunidades para financiar suporte a famílias e indústrias sob estresse, com procedimentos mais simples para estados-membros.

Plano de atuação: a UE incentiva adesão ao plano de 10 pontos da IEA, com trabalhar em casa, reduzir velocidade em rodovias, incentivar transporte público e carsharing.

Independência energética: a UE mantém o embargo a compras de gás russo para reduzir dependência e financiamento à guerra na Ucrânia. A dependência caiu de 45% para 10%, com expectativa de zerar conforme ampliar fornecedores.

Fontes de substituição: investimentos em gás de Azerbaijão, Argélia e Canadá, além de produtores menores, compõem o front de abastecimento alternativo.

Advertência final: Jørgensen ressaltou que a UE não pode repetir erros do passado ao permitir que a energia seja usada como pressão política. O bloco busca evitar novos mecanismos de cooptação.

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