- Um juiz de Los Angeles determinou que a ação civil que acusa Alec Baldwin de negligência no tiroteio de 2021 em Rust pode seguir para julgamento.
- A ação é movida por Serge Svetnoy, chefe de iluminação, que afirma sofrimento emocional após a morte da diretora de fotografia Halyna Hutchins e o ferimento do diretor Joel Souza.
- A decisão ocorre mesmo após a promotoria de Novo México ter encerrado, em 2024, o caso de homicídio culposo contra Baldwin; ele continua enfrentando ações civis.
- Baldwin sustenta que a arma era “fria” e que não puxou o gatilho; Svetnoy pode chegar a um acordo pré-julgamento para 12 de outubro.
- Outros desdobramentos: a família Hutchins fechou acordo com os produtores em 2023; três membros da equipe também firmaram acordos em 2025; a armadora Hannah Gutierrez-Reed foi condenada por homicídio culposo em 2024 e liberada em 2025.
A justiça da Califórnia autorizou que a ação civil contra Alec Baldwin, acusado de negligência no tiroteio de 2021 no set de Rust, prossiga para julgamento. A decisão ocorreu após um juízo superior de Los Angeles emitir parecer favorável na última sexta-feira.
O autor é Serge Svetnoy, operador de iluminação do filme, que alega sofrimento emocional decorrente da morte da diretora de fotografia Halyna Hutchins. A cinegrafista foi morta em New Mexico, em outubro de 2021, após o disparo de uma arma cenográfica pela qual Baldwin era responsável.
Aeronave continua conectada a Baldwin, que também foi alvo de processo por parte de Joel Souza, diretor do filme, que ficou gravemente ferido. Baldwin sustenta que recebeu a arma como sem munição e que não puxou o gatilho.
A data do julgamento ainda não foi marcada com precisão, mas a imprensa indica que pode ocorrer no dia 12 de outubro, conforme relatos de Variety. A decisão mantém as ações civis em curso, separadas da acusação criminal encerrada na justiça estadual.
Desdobramentos e histórico de acordos
Diversos acordos já foram fechados em outros casos ligados ao incidente. A família Hutchins fechou acordo com os produtores do filme em 2023. Três membros da equipe também chegaram a acordo com Baldwin e produtores, em 2025.
Situação atual dos envolvidos
Hannah Gutierrez-Reed, armadeira do set, foi considerada culpada de homicídio culposo em 2024 e recebeu pena máxima de 18 meses. Ela foi libertada em maio de 2025. Baldwin mantém a defesa de que a arma estava sem munição e que não houve disparo por sua parte.
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