- Vale registrou lucro líquido de US$ 1,9 bilhão no 1º trimestre, alta de 39% ante igual período do ano passado.
- No critério pro forma, o lucro líquido foi de US$ 1,89 bilhão, alta de 29% year over year.
- EBITDA ajustado somou US$ 3,8 bilhões entre janeiro e março, aumento de 23%.
- Receita líquida atingiu US$ 9,2 bilhões, elevação de 14%; o preço médio do minério de ferro ficou em US$ 95,8 por tonelada, 5,5% acima do 1º trimestre de 2024.
- Dívida líquida chegou a US$ 13,558 bilhões, crescimento de 11%, com prazo médio da dívida em 8,4 anos; frete marítimo permaneceu estável.
A Vale registrou lucro líquido de US$ 1,9 bilhão no primeiro trimestre, alta de 39% ante igual período de 2025. O dado foi divulgado por meio de documento enviado à CVM na noite desta terça-feira (28).
Pelo critério pro forma, que exclui itens não recorrentes, o lucro chegou a US$ 1,89 bilhão, crescimento de 29% ano a ano. A empresa atribui o desempenho a preços de referência mais elevados, melhor mix de venda e volumes maiores de minério de ferro, cobre e níquel.
A empresa informou recordes de produção em múltiplos ativos e ressaltou um portfólio flexível que permitiu capturar oportunidades em um ambiente de demanda robusto. A gestão destacou ganhos de eficiência de custos como fator de competitividade.
O EBITDA ajustado somou US$ 3,8 bilhões no trimestre, alta de 23% na comparação com o 1º tri de 2025. Contribuíram para o resultado melhores margens e volumes, apesar de impactos cambiais e maiores despesas operacionais.
A Vale informou receita líquida de US$ 9,2 bilhões no período, crescimento de 14% ano a ano. O preço médio realizado do minério de ferro ficou em US$ 95,8 por tonelada, 5,5% acima do primeiro trimestre de 2025, sustentado pela qualidade e por prêmios de mercado.
Segundo a mineradora, o frete marítimo manteve-se estável frente ao quarto trimestre de 2025, apoiado pela estratégia de afretamento de longo prazo. Ainda assim, o custo total de câmbio e petróleo influencia as estimativas para o ano.
A dívida líquida atingiu US$ 13,558 bilhões ao fim de março, alta de 11% em relação ao mesmo período do ano anterior. O prazo médio de vencimento da dívida ficou em 8,4 anos.
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