- Val Kilmer volta ao cinema com IA generativa em As Deep as the Grave, utilizando tecnologia para recriar o papel após o falecimento do ator.
- Mercedes Kilmer diz que a indústria precisa lidar com a IA e defender licenças que protejam a propriedade intelectual dos atores.
- O filme narra a história da primeira arqueóloga norte‑americana, Ann Morris, explorando o mundo dos Ancestral Puebloans na década de 1920; elenco inclui Abigail Lawrie, Tom Felton, Hanako Footman, Ewen Bremner e Abigail Breslin.
- O diretor Coerte Voorhees afirmou que Kilmer era o ator escolhido para o papel e que estava pronto para as gravações, mas problemas de saúde impediram o andamento.
- A família apoiou a participação de Kilmer na produção, destacando a relevância da história e a vontade do ator de ter seu nome associado ao projeto.
Val Kilmer volta aos cinemas por meio de IA generativa, com apoio da família. O filme histórico de ação As Deep as the Grave utiliza tecnologia para reconstituir a presença do ator.
Kilmer faleceu antes do início das filmagens; a produção optou por não recusar o papel e recorreu à IA para recriar sua atuação. A decisão ocorreu após avanços na preservação da voz do ator, já usados em projetos anteriores.
A filha Mercedes Kilmer afirma que é preciso enfrentar a tecnologia de frente. Em entrevista ao The Today Show, ela defende consentimento claro sobre direitos e licenças para uso de imagens e voz.
As Deep as the Grave narra a história da arqueóloga pioneira Ann Morris, que investigou mundos glinossenses no sudoeste americano nos anos 1920. O elenco inclui Abigail Lawrie, Tom Felton, Hanako Footman, Ewen Bremner e Abigail Breslin.
O diretor e roteirista Coerte Voorhees explicou que o papel de Kilmer foi concebido em torno dele. Segundo ele, a produção avaliava o ator já próximo ao início das gravações, mas problemas de saúde o impediram.
A família de Kilmer destacou que o filme tinha o apoio dele e o interesse em contar essa história. Wagen, a equipe de produção apoiou a decisão de usar IA para manter o projeto em andamento e preservar a participação do ator.
A discussão sobre IA no cinema envolve direitos de propriedade intelectual e consentimento dos atores. Mercedes Kilmer ressaltou que licenciar previamente o uso de performances pode facilitar estruturas de direitos de uso.
Entre na conversa da comunidade