- Um homem que morreu no MV Hondius teria morrido por “causas naturais”, segundo o capitão, em 12 de abril.
- Três casos confirmados e cinco suspeitos de hantavírus foram identificados a bordo.
- Cerca de 150 pessoas de 23 países seguem retidas no navio próximo a Cabo Verde.
- A informação sobre hantavírus surgiu após o desembarque em St Helena, segundo a Oceanwide Expeditions.
- A empresa disse ter agido conforme atualizações de imprensa após o primeiro caso identificado em 4 de maio.
O MV Hondius, cruzeiro atingido por hantavírus, registrou a morte de um passageiro por causas naturais. O capitão informou, em 12 de abril, que um médico avaliou o falecimento como natural, sem indicar transmissão imediata. A veracidade foi confirmada pela tripulação.
Cerca de 150 pessoas de 23 países seguem a bordo, retidas perto de Cabo Verde, na costa oeste africana. Não houve medidas de segurança adicionais divulgadas no momento, segundo relatos de passageiros e fontes a bordo.
Até o momento, foram identificados três casos confirmados de hantavírus e cinco casos suspeitos entre os ocupantes. A primeira notificação ocorreu após o desembarque em St Helena, segundo a empresa Oceanwide Expeditions, que afirmou ter atuado conforme seus comunicados.
Casos e resposta a bordo
A empresa afirmou que o primeiro reporte de hantavírus ocorreu após desembarque em St Helena. A operação declarou que comunicou as informações através de seus comunicados de imprensa. Um YouTuber turco a bordo gravou a declaração do capitão.
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