- A Copa do Mundo de 2026 será disputada de 11 de junho a 19 de julho na América do Norte (México, EUA e Canadá), com 48 seleções em 16 cidades-sede.
- O relatório The Beautiful Game, do Bank of America, aponta a edição de 2026 como a maior de todos os tempos em audiência, seleções participantes, lucratividade e uso de tecnologia, com cerca de 5 bilhões de fãs esperados.
- A produção de dados deve alcançar quase 2 exabytes, com streaming, engajamento nas redes sociais e uso de IA, estimando que a final pode utilizar até 7% do tráfego mundial da internet.
- Tecnologias previstas incluem inteligência artificial para análise de jogadores e gestão, centros de comando inteligentes, e uso de edge computing; robôs e veículos autônomos também atuarão em várias funções.
- O impacto econômico e publicitário é significativo: produção econômica estimada em US$ 80 bilhões e lucro de US$ 11 bilhões; gastos com publicidade devem chegar a US$ 10,5 bilhões neste ano.
A Copa do Mundo de 2026, que começa em 11 de junho na América do Norte, deve superar recordes de audiência, equipes e tecnologia, segundo o relatório The Beautiful Game do Bank of America. O estudo foi encaminhado a clientes do banco.
Os analistas apontam que o torneio contará com 48 seleções, diferente das 32 habituais, e 16 cidades-sede. Estima-se produção econômica de US$ 80 bilhões e lucro de US$ 11 bilhões para a cadeia envolvida.
A competição deve gerar perto de 2 exabytes de dados, pressionando a internet global. A estimativa considera streaming, redes sociais e uso de IA pelas seleções e pela organização.
**Uso intensivo de IA e dados**
A Copa de 2026 vai utilizar IA para análise de jogadas, simulações digitais de atletas e centros de comando para logística e segurança. A tecnologia deve afetar a gestão de estádios e o fluxo de público.
Robôs vão marcar presença nos eventos: Robotáxis guiarão torcedores até estádios, caminhões autônomos transportarão itens, e cães-robôs atuarão na segurança no México, segundo o relatório.
A transmissão e a latência devem exigir robustez de rede, com a computação de borda prevista para reduzir riscos durante as partidas. A influência dos dados será um dos diferenciais do torneio.
**Impacto econômico e publicidade**
Apesar do alto volume de investimentos, o BofA aponta que o gasto adicional com marketing deve ficar abaixo de recordes anteriores. A consultoria WARC cita mudanças nos hábitos dos telespectadores e no ecossistema midiático.
Estimativas indicam gastos incrementais com publicidade de US$ 10,5 bilhões neste ano, abaixo dos US$ 12,6 bilhões de 2018, mas acima dos valores de 2022, quando houve retração.
O relatório destaca que a Copa deve manter relevância tecnológica mesmo com evolução da audiência. A discussão sobre qual seleção vencerá ocorre apenas via análise de dados internos do banco.
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