- O navio MV Hondius, com 149 passageiros e tripulantes, deve chegar a Tenerife no domingo e ficará ancorado no porto de Granadilla, sem atracar.
- A evacuação precisa ocorrer em até vinte e quatro horas após a chegada; caso contrário, o processo pode atrasar por mau tempo até o fim de maio.
- Trata-se de operação inédita para receber, avaliar e repatriar todos a bordo, com 14 nacionais espanhóis levados a um hospital militar em Madrid; os evacuados não terão contato com a população local.
- Já ocorreram três mortes e quatro infectados confirmados; duas suspeitas adicionais estão sendo investigadas.
- A Organização Mundial da Saúde classifica o risco para o público como mínimo; autoridades espanholas e britânicas coordenam as repatriações, com a janela operacional prevista para cerca de meio-dia de domingo.
O navio MV Hondius, com 149 passageiros e tripulação, está próximo de Tenerife após sair de Cape Verde. A evacuação, motivada por hantavírus, precisa ser concluída em até 24 horas após a chegada ao porto, diante do risco de atraso por mau tempo.
A chegada está prevista para o porto de Granadilla, no sudeste de Tenerife, neste fim de semana. O barco ficará ancorado e não atracará, para evitar contato com a população local durante a transferência.
A operação é descrita como inédita pela Espanha, coordenada entre o governo espanhol e autoridades regionais das Ilhas Canárias, com suporte da OMS. O objetivo é avaliar a saúde dos ocupantes e repatriá-los.
Logística e saúde
Não haverá contato direto com moradores durante a evacuação; 14 nacionais espanhóis serão encaminhados a um hospital militar em Madrid para quarentena compulsória. Não há confirmação de transmissão entre passageiros.
A OMS aponta risco baixo à população, já que o vírus se dissemina apenas por contato próximo. Pacientes assintomáticos não indicam alta probabilidade de infecção entre contatos da tripulação.
Situação internacional
Países, incluindo Reino Unido e EUA, organizam voos para repatriar seus cidadãos. Equipes de quatro continentes monitoram passageiros que deixaram o navio ou tiveram contato próximo durante a saída.
Autoridades locais discutem medidas para reduzir contatos e manter a segurança sanitária na região, diante da preocupação com o turismo local e a imagem das Canárias.
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