- A construtora Cury (CURY3) teve lucro líquido de R$ 302,9 milhões no 1T26, alta de 41,9% em relação ao mesmo período de 2025.
- A receita líquida somou R$ 1,613 bilhão, melhorando 32,6% vs. 1T25 e atingindo recorde; o Ebitda foi de R$ 411,4 milhões, alta de 42,9%, com margem de 25,5%.
- O preço médio de venda dos apartamentos ficou em R$ 325,4 mil, alta de 5% em doze meses; margens brutas estiveram em 39,0% (39,3% ajustada).
- Despesas gerais e administrativas ficaram em R$ 64,9 milhões (+28,8%), despesas comerciais em R$ 119,1 milhões e outras em R$ 44,8 milhões; a despesa financeira líquida caiu 26,2%, para R$ 10,7 milhões.
- A geração de caixa operacional foi de R$ 93,4 milhões no trimestre, mantendo 28 trimestres consecutivos de caixa positivo; caixa líquido ficou em R$ 406,9 milhões. Demanda puxada pelo programa Minha Casa Minha Vida ampliou vendas líquidas para R$ 2,3 bilhões no período.
A construtora Cury (CURY3) registrou lucro líquido de R$ 302,9 milhões no 1T26, alta de 41,9% frente ao mesmo período de 2025. A receita líquida ficou em R$ 1,613 bilhão, e o EBITDA chegou a R$ 411,4 milhões, com altas de 32,6% e 42,9%, respectivamente.
Segundo a empresa, o desempenho foi impulsionado pelo avanço dos lançamentos e das vendas de imóveis, além do aumento dos preços médios e do controle de custos.
A margem Ebitda avançou para 25,5% (+1,8 p.p.). O preço médio de venda por apartamento ficou em R$ 325,4 mil, desvelo de 5% em 12 meses. A margem bruta ficou em 39,0%, estável frente ao ano anterior.
A margem bruta ajustada ficou em 39,3%, e a margem esperada para resultados futuros atingiu 42,9%. Houve ganho de R$ 2,3 milhões com a equivalência patrimonial, triplicando o valor do ano anterior.
Despesas operacionais subiram: SG&A para R$ 64,9 milhões (+28,8%), comerciais para R$ 119,1 milhões, e outros para R$ 44,8 milhões (+12,8%). O resultado financeiro líquido caiu 26,2%, para R$ 10,7 milhões.
A geração de caixa operacional atingiu R$ 93,4 milhões no trimestre, mantendo 28 tríimestres consecutivos de caixa positivo. Ao fim de março, o caixa líquido chegou a R$ 406,9 milhões, alta de 28,8% frente ao 4T25.
A gestão informou que a demanda foi aquecida no início de 2026, com destaque para o segmento atendido pelo Minha Casa Minha Vida. O segundo trimestre começou forte, com ajustes recentes no programa estimulando o poder de compra.
As vendas líquidas somaram R$ 2,3 bilhões no período, volume recorde para a empresa. As informações reforçam o caráter de recuperação do setor e a percepção de melhor demanda no curto prazo.
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