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Justiça concede habeas corpus a MC Poze do Rodo e ao dono da Choquei

Habeas corpus concede liberdade a MC Poze do Rodo e ao dono da Choquei em investigação de lavagem de dinheiro que movimentou cerca de R$ 1,6 bilhão; restrições permanecem

Créditos: Imagem/Divulgação
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  • A Justiça Federal concedeu habeas corpus para MC Poze do Rodo e Raphael Sousa Oliveira (dono da página Choquei) no âmbito da Operação Narco Fluxo, seguindo decisão similar que beneficiou MC Ryan SP.
  • A investigação apura um suposto esquema de lavagem de dinheiro que movimentou aproximadamente R$ 1,6 bilhão, envolvendo empresas de fachada, criptomoedas, apostas ilegais e rifas digitais.
  • A defesa destacou excesso de prazo nas prisões preventivas e a ausência de elementos concretos que justifiquem a detenção, além da ausência de denúncia formal pelo Ministério Público Federal.
  • Mesmo com a liberdade provisória, os investigados continuam sob medidas cautelares: informar endereço, comparecer às acts processuais, apresentar-se mensalmente e não deixar a cidade por mais de cinco dias sem autorização, além de não deixar o país e entregar passaportes.
  • A expedição dos alvarás de soltura, esperada para quinta-feira, 14, marca a efetiva saída dos suspeitos, enquanto a operação Narco Fluxo continua investigando o suposto esquema.

O Tribunal Regional Federal da 3ª Região concedeu habeas corpus a MC Poze do Rodo e a Raphael Sousa Oliveira, conhecido como dono da página Choquei, ampliando benefícios já aplicados a MC Ryan SP. A decisão ocorre no âmbito da Operação Narco Fluxo, que investiga lavagem de dinheiro ligada a uma organização criminosa.

A Justiça suspendeu as prisões preventivas de todos os envolvidos contemplados, incluindo Chrys Dias, Débora Paixão e Diogo Santos de Almeida, que vinham sendo mantidos detidos desde o início da investigação. A decisão aponta excesso de prazo e ausência de denúncia formal até o momento.

A Narco Fluxo apura movimentação estimada em cerca de R$ 1,6 bilhão, com uso de empresas de fachada, criptomoedas, apostas ilegais e rifas digitais. Parte dos recursos é investigada como oriunda do tráfico internacional de drogas, evidenciando a complexidade do esquema.

Apesar da soltura, as medidas cautelares permanecem obrigatórias. Os investigados devem informar endereço atualizado, comparecer a atos processuais e se apresentar mensalmente ao juízo para comprovação de atividades. Também não podem deixar a cidade sem autorização e estão sem passagem para o exterior.

A expedição dos alvarás de soltura é aguardada pelas defesas, com expectativa de emissão pela 5ª Vara Federal de Santos ainda nesta quinta-feira. O andamento processual segue com o foco da Operação Narco Fluxo na desarticulação do suposto esquema de lavagem de dinheiro.

Entre os crimes sob investigação, constam movimentações de recursos através de criptomoedas, empresas de fachada e rifas digitais, associadas a atividades ilícitas diversas. As autoridades ressaltam que o caso continua ativo e requer acompanhamento contínuo.

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