- Morreu neste domingo, 17 de maio, aos 71 anos, o jornalista esportivo Zé Antônio, vítima de câncer na laringe que enfrentava desde 2021.
- Atuou por muitos anos no Correio Braziliense, onde a editoria de Esportes era tratada como família, com Zé Antonio no papel de maestro.
- Colegas destacam sua generosidade, humor e paixão pelo futebol; ele era vascaíno e influenciou a formação de diversas gerações de repórteres.
- Deixa a filha Gabriela e uma ampla rede de amigos e colegas; foi responsável por abrir portas a profissionais em momentos difíceis.
- Amizades e lembranças de colegas reforçam seu impacto humano e profissional, incluindo coberturas históricas como a Copa do Mundo de 1990.
Morreu neste domingo 17/5 o jornalista esportivo Zé Antonio, aos 71 anos, em Brasília, após uma longa batalha contra um câncer na laringe iniciado em 2021. Figura marcante do jornalismo esportivo local, ele deixa uma trajetória dedicada ao futebol e à comunicação.
Durante anos, Zé Antonio comandou a editoria de Esportes do Correio Braziliense, que ele transformou em uma família. Colegas relatam que ele incentivava jovens talentos e oferecia oportunidades, mesmo em momentos difíceis.
A amizade e a energia positiva marcaram o ambiente da redação. Zé Antonio era visto como maestro da equipe, com paixão pelo futebol que contagiava colegas e leitores. Sua presença era frequentemente lembrada com carinho pelos colegas.
Trajetória no Correio e legado
Ao longo da carreira, Zé Antonio participou de coberturas históricas, como a Copa do Mundo da Itália, em 1990. Entre colegas, era reconhecido pela gentileza, humor e faro para notícia.
Colaboradores destacam ainda a abertura de portas para novos profissionais, incluindo convites decisivos em momentos de dificuldade na carreira. A aproximação com o meio esportivo era marcada por amizades duradouras.
A vida pessoal também ganhou espaço entre amigos próximos. Eneila Reis, amiga e madrinha da filha, descreve o jornalista como alguém que não espalhava tristeza, mesmo nos momentos difíceis, mantendo o humor e a alegria.
Zé Antonio deixa a filha Gabriela e uma legião de amigos e colegas que carregam a lembrança de quem ajudou a formar gerações de repórteres, com generosidade e amor pelo futebol.
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