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Como Jane Schoenbrun transforma o slasher para abordar sexualidade

Filme de Jane Schoenbrun combina horror e libertação sexual, explorando trauma, empoderamento e identidade queer, com estreia a oito de agosto

Hannah Einbinder and Gillian Anderson in 'Teenage Sex and Death at Camp Miasma.'
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  • O filme Teenage Sex and Death at Camp Miasma, de Jane Schoenbrun, estreou em Cannes, na seção Un Certain Regard, com Hannah Einbinder e Gillian Anderson no elenco.
  • A trama acompanha Kris, jovem queer movida a rebootar a franquia Camp Miasma, e busca convencer a star billy Preston a participar do retorno (“requel”), explorando temas de libertação sexual e trauma.
  • O filme mistura ziguezague entre humor, horror e sensibilidade, usando referências a clássicos do slasher e a nostalgia de videorregistros para discutir identidade e desejo.
  • Uma sequência de massacre, com várias cenas sensuais e sangue, é embalada por música dos anos noventa; a escolha final foi a faixa “A Long December” dos Counting Crows.
  • O lançamento comercial está marcado para o dia 7 de agosto.

Jane Schoenbrun levou ao Cannes o filme Teenage Sex and Death at Camp Miasma, que abriu a seção Un Certain Regard. A obra aborda a liberação pessoal, o horror e a construção de identidades a partir de referências de slashers dos anos 80.

No enredo, uma jovem cineasta chamada Kris é contratada para revitalizar a franquia do Camp Miasma, buscando uma atualização para o século 21. A estrela reclusa Billy Preston, antiga musa do legado, é procurada para compor a sequência e dar continuidade à história.

A produção acompanha a dupla em uma jornada por temas de sexualidade, trauma e libertação, entre referências de filmes de gênero e cenas ousadas. A narrativa usa o passado do cinema trash para discutir desejos e autoaceitação.

Hannah Einbinder e Gillian Anderson integram o elenco principal. Einbinder descreve a ligação entre o cinema Trash e a própria vida, enquanto Anderson comenta a importância de reconhecer histórias de privação e afirmações de identidade no cinema.

O filme tem estreia prevista em salas brasileiras para 7 de agosto. A produção destaca símbolos de empoderamento e uma visão provocadora sobre tabus sexuais, sem abrir mão de humor negro e violência gráfica.

Entre as escolhas musicais, o uso de uma balada dos Counting Crows aparece como elemento de crucial importância dramática em uma das cenas-chave, segundo o diretor. A trilha sonora foi pensada para intensificar a mistura de sustos e afeto.

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