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Três vacinas contra Ebola estão em desenvolvimento em meio a temores de surto

Vacinas contra Ebola para Bundibugyo avançam; Oxford, Moderna e IAVI aceleram ensaios clínicos, com início em dois a três meses (Oxford) e sete a nove meses (IAVI)

Getty Images A wooden coffin is on the left side of the image, with polished surfaces and gold-colored handles. In the foreground, a person is crouching on a dirt ground while wearing full-body protective equipment, including a white suit, a face covering, and green rubber gloves. The person’s hands are held up against the face covering, partially obscuring the face. Behind the person is a simple structure with a doorway, and the walls appear to be made of mud or brick with various wooden supports. The environment looks outdoors or semi-sheltered.
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  • A IAVI está desenvolvendo uma vacina para a espécie Bundibugyo do ébola; a Universidade de Oxford e a Moderna também pesquisam vacinas contra Bundibugyo.
  • A Coalition for Epidemic Preparedness Innovations (CEPI) está financiando todos os grupos e afirma que cada dia conta.
  • O surto já soma mais de mil casos suspeitos na República Democrática do Congo, com nove casos confirmados na Uganda vizinha.
  • Autoridades e organizações de saúde temem que o outbreak alcance o tamanho dos maiores surtos de ébola, como o de 2014-2016, na África Ocidental.
  • Atualmente, estima-se que levará entre sete e nove meses para os ensaios clínicos das vacinas da IAVI, enquanto a Moderna usa tecnologia de mRNA e a Oxford trabalha em uma vacina própria com testes previstos para dois a três meses.

O Ebola continua em foco global de saúde, com três vacinas em desenvolvimento frente ao surto atual. A Iniciativa Internacional de Vacinas contra Aids (IAVI) trabalha em uma candidata, enquanto Oxford e Moderna também estudam opções contra a espécie Bundibugyo.

O surto preocupa organizações internacionais, que afirmam ser o pior em potencial já visto. A IAVI aponta risco de ampliação e destaca a necessidade de medidas rápidas de vacina e outras ações terapêuticas.

Cerca de 1.000 casos suspeitos já foram relatados na República Democrática do Congo, com nove confirmações em Uganda vizinha. A crise acontece em uma zona de conflito com recursos limitados de saúde.

Especialistas alertam que a Bundibugyo é menos comum, mas pode provocar surtos; não há vacina aprovada para essa espécie. Hoje, apenas a Zaire tem uma vacina já disponível.

A IAVI está ajustando uma versão do antígeno da Zaire para combater Bundibugyo, com testes realizados em modelos animais que mostraram proteção. Os planos clínicos devem levar sete a nove meses, segundo a organização.

A Moderna usa tecnologia de RNA mensageiro (mRNA) para acelerar o desenvolvimento específico contra Bundibugyo, segundo o CEO Stéphane Bancel. A empresa afirma urgência e rigor científico.

A Oxford também está avançando com nova tecnologia de vacina, já utilizada em Covid-19. A universidade espera iniciar ensaios clínicos em dois a três meses, conforme fontes ligadas ao projeto.

A Coalition for Epidemic Preparedness Innovations (CEPI) atua como financiadora para os três grupos. A organização ressalta que cada dia é crucial para conter a transmissão e avançar com as candidatas.

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