- Dan Osman, criador da prática, morreu em 23 de novembro de 1998, aos 35 anos, após salto na Leaning Tower, no Parque Nacional de Yosemite, nos Estados Unidos, causado por falha no sistema de cordas.
- A investigação do Serviço Nacional de Parques concluiu que o equipamento não falhou por desgaste, mas pela configuração do salto, cujo ângulo provocou atrito entre as cordas ligadas por nós.
- O atrito gerou aquecimento rápido, fazendo as ligaduras quebrarem e resultar na queda fatal.
- Osman havia retornado a Yosemite apenas para desmontar uma estrutura usada em seus saltos, mantendo planos de novas aventuras.
- No interior de São Paulo, morte de Maria Eduarda de Freitas, de 21 anos, reacende a discussão sobre segurança de rope jumping, com autoridades apontando erro dos instrutores durante a preparação, e destacando as cordas como elemento desencadeador em ambos os casos.
O esporte Rope Jumping ganhou notoriedade com Dan Osman, considerado criador da prática. Ele faleceu em 23 de novembro de 1998, aos 35 anos, após um salto na Leaning Tower, rocha localizada no Parque Nacional de Yosemite, nos Estados Unidos, devido a uma falha no sistema de cordas.
A investigação do Serviço Nacional de Parques apontou que o equipamento não se rompeu por desgaste. O ângulo do salto fez as cordas, ligadas por nós, se chocarem e gerarem atrito. Esse aquecimento rápido comprometeu as ligaduras, levando ao desfecho fatal.
Após o acidente, Osman retornou a Yosemite apenas para desmontar uma estrutura usada em seus saltos e, segundo as autoridades, pretendia ampliar o repertório de aventuras, mudando o cronograma de atividades. O sistema de cordas, dentro da avaliação, estava em boa conservação, mas não evitou a queda.
Histórico do esporte
Nessa semana, um acidente semelhante voltou a chamar atenção no interior de São Paulo, durante um salto da modalidade. A morte de Maria Eduarda de Freitas, de 21 anos, reacende discussões sobre segurança. A análise das autoridades aponta falhas na preparação dos instrutores como fator decisivo, sempre com as cordas como elemento desencadeador.
Situação atual no interior de SP
As informações indicam que, em ambos os casos, as cordas atuaram como catalisadoras do acidente. Os relatos ressaltam a necessidade de protocolos mais rígidos de treinamento, supervisão e manutenção de equipamentos para práticas de alto risco.
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