- O Ibovespa caiu 0,42%, para 170.415 pontos, pressionado por Petrobras e peers do setor de petróleo após o acordo entre EUA e Irã.
- PETR4 recuou 5,15%; PRIO3 caiu 6,91%; RECV3 perdeu 6,50% e BRAV3 caiu 4,00%, puxando o índice para baixo.
- Vale subiu 2,50% e Embraer avançou 6,82%; Axia teve alta de 3,08%, ajudando o Ibovespa em parte.
- O dólar fechou estável, em torno de R$ 5,06, com os preços do petróleo despencando após o acordo.
- Em cenário político, Lula aparece com 49% das intenções de voto contra 43% de Flávio Bolsonaro em cenário de segundo turno; Daniella Marques foi anunciada pela campanha de Flávio como possível ministra da Fazenda.
O Ibovespa fechou em queda, pressionado pelas ações da Petrobras e do setor de petróleo, após a divulgação de um acordo entre Estados Unidos e Irã para encerrar conflitos e liberar o trânsito no Estreito de Ormuz. O recuo ocorreu mesmo com a bolsa de Nova York em alta.
O principal índice da B3 caiu 0,42%, aos 170.415 pontos. O dólar terminou estável, cotado a R$ 5,06. O dia foi influenciado pela queda dos preços do petróleo, que amenizou pressões inflacionárias e o cenário de juros.
No noticiário local, Vale subiu 2,50%, Embraer avançou 6,82% e Axia ganhou 3,08%. Esses ativos puxaram o Ibovespa para cima em parte do pregão, mas não impediram o recuo do índice devido à performance do setor de petróleo.
Desdobramentos por setor e cotações relevantes
Petrobras, Petróleo e varejo petrolífero pressionaram o índice, com PETR4 caindo 5,15%, PRIO3 em -6,91%, RECV3 em -6,50% e BRAV3 em -4,00%. O comportamento reflete a queda dos preços do petróleo após o acordo entre EUA e Irã.
Bancos apresentaram-se mais mistos: ITUB4, BBDC4, BBAS3 e SANB11 recuaram, enquanto BPAC11 registrou alta. O cenário de juros e expectativas macroeconômicas segue em avaliação pelos investidores.
Cena política e estratégias de curto prazo
A pesquisa BTG Pactual/Nexus apontou Lula com 49% das intenções de voto e Bolsonaro com 43% em possível segundo turno, com margem de erro de 2 p.p. A campanha de Flávio Bolsonaro anunciou Daniella Marques como assessora econômica, suscitando especulações sobre eventual nomeação para a Fazenda, caso eleito.
As informações de mercado foram compiladas com base em dados da Bloomberg News.
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