- O ex-jogador João Alves de Assis Silva, conhecido como Jô, foi preso por volta das quatro horas da manhã em uma boate no bairro Castelo, Pampulha, em Belo Horizonte; ele tem trinta e nove anos.
- O mandado de captura foi emitido pela Terceira Vara da Família e Sucessões do Foro Regional de Itaquera, no Tribunal de Justiça de São Paulo.
- Em junho do ano passado, o valor cobrado judicialmente chegou a R$ 145,4 mil, com reajustes nos meses seguintes devido aos juros.
- O ex-atacante acumula cinco detenções por atraso de pensão desde maio de dois mil e vinte e quatro, em incidentes ocorridos em diferentes cidades.
- A defesa afirma que a inadimplência decorre de grave crise financeira e busca um acordo para reajustar os pagamentos de acordo com a renda atual, visando a solução rápida do caso.
João Alves de Assis Silva, o ex-atacante Jô, foi preso na madrugada deste domingo (14) em Belo Horizonte, após ser localizado em uma boate no bairro Castelo, na Pampulha. O mandado de captura, emitido pela 3ª Vara da Família de Itaquera, estava ativo desde janeiro. A ação ocorreu por volta das 4h, envolvendo uma cobrança de pensão não paga.
A polícia recebeu uma denúncia anônima informando o paradeiro do jogador, que já acumula dívidas judiciais por atraso de pensão. O valor inicial cobrado, em junho do ano passado, era de cerca de R$ 145,4 mil, com reajustes nos meses seguintes.
Este é o quinto episódio de detenção envolvendo o atleta por inadimplência em obrigações de sustento, segundo histórico apresentado. Entre 2024 e 2026, ele teve prisões em Campinas, Contagem, Guarulhos e Barra da Tijuca, relacionadas ao mesmo tema.
Segundo a defesa, o atraso decorre de grave crise financeira e não de descaso com as responsabilidades paternas. A equipe jurídica afirma que o atleta enfrenta queda de renda e busca reajustar os valores conforme a disponibilidade econômica.
A nota dos advogados destaca que há diálogo aberto com a mãe da criança visando um acordo que reflita a situação financeira atual. O objetivo é resolver a questão de forma rápida e evitar novas detenções.
A defesa reforça que Jô não abandonou as responsabilidades e que o foco é assegurar o bem-estar do menor e um acordo que seja sustentável a longo prazo. A negociação continua em andamento.
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