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Justiça mantém presos por morte de jovem em rope jump no interior de SP

Indiciados por homicídio com dolo eventual, três instrutores do rope jump em Limeira permanecem presos pela falha no equipamento na Ponte do Esqueleto

Justiça mantém presos suspeitos por morte de jovem em salto de rope jump no interior de SP
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  • A Justiça manteve presos três homens investigados pela morte de Maria Eduarda de Freitas, de 21 anos, ocorrida em Limeira, durante salto de rope jump na Ponte do Esqueleto.
  • Os três foram indiciados por homicídio com dolo eventual, crime com pena de até 20 anos de reclusão.
  • Segundo a investigação, Luis Felipe e Maicon faziam a colocação das cordas, enquanto Vitor auxiliava no arremesso; o protocolo exigia duas cordas no tórax e checagem dupla, que não teriam sido realizadas.
  • A organização cobrava 180 reais pela atividade e 110 reais pelas imagens do salto; a polícia afirma que os instrutores tentaram deixar o local após o ocorrido, enquanto os suspeitos dizem ter prestado socorro.
  • Também é apurado o desaparecimento da câmera utilizada pela vítima.

A Justiça manteve presos três homens suspeitos de participação na morte de Maria Eduarda de Freitas, 21 anos, durante um salto de rope jump em Limeira, interior de São Paulo. A jovem faleceu após ser lançada de uma ponte sem uso das cordas de segurança.

De acordo com a investigação, dois deles, Luis Felipe e Maicon, eram responsáveis pela colocação das cordas, enquanto Vitor auxiliava no arremesso. A defesa sustenta que não houve falha intencional, mas a polícia aponta falhas no protocolo de segurança.

O grupo cobrava 180 reais pela atividade e 110 reais pelas imagens do salto. O protocolo previa duas cordas no tórax e dupla checagem dos equipamentos, procedimentos que, conforme as apurações, não foram realizados. Os três foram indiciados por homicídio com dolo eventual.

Indiciamento e contexto

A Ponte do Esqueleto, antiga estrutura ferroviária abandonada, é apontada como local do acidente. Segundo a polícia, os instrutores teriam deixado o local após o ocorrido; os suspeitos, porém, afirmam ter prestado socorro até a prisão. A apuração também investiga o desaparecimento da câmera usada pela vítima.

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