- Prisão em 6 de maio de 2024, em Campinas (interior de São Paulo), antes de partida da Série B pelo Amazonas Futebol Clube, devido a dívida de pensão; liberado após regularizar o débito.
- Detenção em novembro de 2024, em um quiosque na Barra da Tijuca, Rio de Janeiro, sob dívida de pensão superior a R$ 220 mil envolvendo uma das mães de seus filhos; permaneceu detido até acordo.
- Prisão em dezembro de 2024, durante treino no Centro de Treinamento do Coimbra, Contagem (Região Metropolitana de Belo Horizonte); mandado expedido pela Bahia; liberado no mesmo dia após conciliação e acordo de pagamento.
- Abordagem em 12 de junho de 2025 no Aeroporto Internacional de Guarulhos, São Paulo, com dois mandados de prisão ligados a débitos alimentares; uma das dívidas era de cerca de R$ 145 mil; tentativa de venda de imóvel para quitar débitos.
- Prisão mantida na madrugada do dia 14, em uma boate no bairro Castelo, Pampulha, Belo Horizonte; audiência de custódia determinou prisão por 30 dias, mandado expedido pela comarca de Itaquera, em São Paulo.
O ex-jogador Jô foi preso pela quinta vez por atraso no pagamento de pensão alimentícia. A prisão mais recente ocorreu na madrugada do domingo, em Belo Horizonte, após mandado expedido pela Justiça. Ele acumulou detenções desde 2024 envolvendo as mesmas dívidas.
O atleta de 39 anos, pai de oito filhos, afirma que os valores das pensões foram fixados quando recebia altos salários no futebol. Segundo ele, a realidade financeira mudou nos últimos anos, o que dificulta os pagamentos.
Ao longo de 2024 e 2025, Jô teve prisões em diferentes cenários e estados, sempre ligadas a dívidas de pensão. Ele já havia sido detido antes de partidas, em locais públicos e durante treinamentos, sempre com o mesmo motivo.
Episódios que envolveram o ex-jogador
A primeira prisão ocorreu em 6 de maio de 2024, em Campinas (SP), antes de jogo da Série B pelo Amazonas FC. O mandado, expedido pela Justiça da Bahia, era por dívida de pensão. Após regularizar o débito, ele foi liberado.
Em novembro de 2024, Jô foi detido em um quiosque na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro. O processo envolvia dívida que superava R$ 220 mil com um dos filhos.
Em dezembro de 2024, durante treino no centro de Coimbra, em Contagem (MG), o ex-atacante foi novamente preso. A prisão foi resultado de mandado da comarca de Itajibá, na Bahia. Ele participou de audiência de conciliação e liberado no dia, após acordo de pagamento.
A quarta detenção ocorreu em 12 de junho de 2025, no Aeroporto Internacional de Guarulhos (SP). Havia dois mandados de prisão por débitos alimentares envolvendo mães de seus filhos; uma dívida estimada em R$ 145 mil foi citada. Ele afirmou buscar venda de imóvel para quitar os débitos.
A prisão mais recente ocorreu na madrugada do dia 14 de junho, em uma boate no bairro Castelo, Pampulha (BH). A decisão de manter a detenção partiu da Justiça de Minas Gerais, com mandado expedido pela comarca de Itaquera (SP).
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