- O vice-presidente Han Zheng reafirmou, na 3ª feira, que a China abrirá cada vez mais a economia a empresas estrangeiras, como parte do plano de liberalizar o mercado interno.
- O discurso ocorreu durante a 7ª Cúpula de Multinacionais de Qingdao, onde o governo destacou reformas para atrair investimentos externos e incentivar a venda de produtos na China.
- Quatro motivos para investir: mercado consumidor de 1,4 bilhão de pessoas; setor industrial robusto; oportunidades de integração com iniciativas de inovação chinesas; e esforços para criar um novo modelo de abertura econômica.
- O objetivo de curto prazo é impulsionar a demanda interna, com plano de cultivar mercados consumidores avaliado em 1 trilhão de yuans até 2027.
- Na cúpula foram firmados 20 projetos financiados por capital estrangeiro, totalizando US$ 2,56 bilhões, incluindo US$ 1,68 bilhão em comércio exterior e US$ 44 milhões em cooperação econômica internacional.
A China confirmou sua estratégia de abrir ainda mais a economia a investidores estrangeiros durante a 7ª Cúpula de Multinacionais de Qingdao, realizada entre 15 e 17 de junho. O anúncio foi feito pelo vice-presidente Han Zheng na sessão de terça-feira (16).
Zheng reiterou que o governo trabalha em reformas para facilitar investimentos estrangeiros e estimulou as empresas a venderem seus produtos no país. O objetivo é ampliar a participação de capitais internacionais no mercado chinês.
A fala ocorreu após Xi Jinping indicar, durante visita de dirigentes norte-americanos, que a China “abrir as portas ao mundo” e ampliar a cooperação com empresas globais, em busca de maior dinamismo no consumo interno.
Projetos e investimentos
Foram firmados 20 projetos financiados por capital estrangeiro, totalizando US$ 2,56 bilhões. Desse total, 9 projetos envolvem comércio exterior, com US$ 1,68 bilhão em importações e exportações, e 2 se referem a cooperação econômica internacional, avaliados em US$ 44 milhões.
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