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Tapeçaria Tudor perdida retorna para casa após 100 anos

Tapeçaria de Ester retorna ao Oxburgh Hall após cem anos, redescoberta em feira na Holanda e adquirida com doações para retornar ao local de origem

Mike Hodgson A man and woman are looking at a Tudor tapestry which depicts a scene from the Old Testament Book of Esther and is blue and red in colour.
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  • Uma tapeçaria Tudor da Esther, perdida há cem anos, voltou a Oxburgh Hall, em Norfolk.
  • A peça, que já esteve no Quarto do Rei, foi vendida em 1924 junto com outras seis tapeçarias a comerciantes Seligmann & Co., e levada para os Estados Unidos.
  • Foi descoberta à venda em uma feira de arte em Maastricht, na Holanda, no ano passado.
  • O National Trust autenticou a obra por meio de notas de leilão e a adquiriu com financiamento por meio de grant e de uma doação particular.
  • O diretor da Royal Manufacturers De Wit, Pierre Maes, disse que devolver a tapeçaria ao seu local de origem é uma honra; a conservacionista têxtil Claire Golbourn elogiou o estado e os detalhes da peça.

A tapeçaria Tudor perdida, vendida há quase um século para financiar a gestão de um sétimo em Norfolk, retornou ao lar. A peça, que já esteve na Sala do Rei do Oxburgh Hall, retrata uma passagem do livro de Ester.

O paradeiro da tapeçaria só voltou a ser conhecido no ano passado, quando foi encontrada à venda em uma feira de arte fina em Maastricht, na Holanda. A National Trust confirmou a autenticidade e iniciou a busca pelas notas do leilão.

A obra foi vendida, em 1924, junto com outras seis tapeçarias, a comerciante francês Seligmann & Co, com bases em Paris e Nova York. Foi levada aos Estados Unidos em um navio transatlântico.

A National Trust realizou o processo de verificação com apoio de financiamento público e uma doação privada. A tapeçaria foi adquirida e devolvida ao seu lugar de origem, no patrimônio de Oxburgh Hall.

Claire Golbourn, da equipe de conservação têxtil, participou da montagem e da autenticação da peça. Ela destacou que a tapeçaria segue em excelente estado, com cores ainda vivas para a idade.

Segundo a equipe, o detalhe da capa de Ester e de seus ornamentos revela a habilidade artesanal envolvida na obra. A peça permanece como exemplo marcante do século XVI, preservada no complexo histórico.

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