- Dois estudantes, com 14 e 15 anos, abriram fogo na San Jose National High School, em Tacloban, na região central das Filipinas, resultando em três mortos e sete feridos.
- Os suspeitos estão em custódia; um foi preso logo após o ataque e o outro se entregou posteriormente, segundo a polícia.
- A investigação indica que o crime pode ter sido motivado por uma desavença relacionada a bullying.
- As armas utilizadas foram um revólver calibre .38 e uma pistola 9 mm, conforme autoridades.
- O Ministério da Educação manifestou preocupação e disse que as diligências seguem; a mãe de uma das vítimas pediu responsabilização dos donos das armas, enquanto os feridos permanecem hospitalizados sem atualização sobre o estado de saúde.
Dois estudantes cometeram um tiroteio em uma escola secundária no centro das Filipinas, deixando três mortos e sete feridos, segundo a polícia. O ataque ocorreu na San Jose National High School, em Tacloban, nesta manhã.
Os suspeitos, com 14 e 15 anos, estão sob custódia policial. Um foi preso ainda no local, enquanto o outro se entregou mais tarde. As autoridades estudam a possibilidade de motivação ligada a uma desavença associada a agressões anteriores.
As armas usadas foram um revólver .38 e um pistolão 9 mm. As equipes de emergência atenderam as vítimas, que estão hospitalizadas; não houve atualização sobre o estado de saúde. Policiais permanecem ouvindo testemunhas.
Contexto
O Ministério da Educação expressou preocupação e pediu oração pela segurança e recuperação das pessoas afetadas. A polícia afirma que o crime pode ter sido motivado por uma suposta disputa entre estudantes.
A violência com armas no país é frequente, mas ataques em escolas são raros. Em 2024, a Polícia Nacional Filipina registrou quase 5 mil casos de violência armada em todo o território. Tacloban fica a cerca de uma hora de voo de Manila e tem cerca de 250 mil habitantes.
O porta-voz policial destacou que as investigações continuam e que as autoridades tomam medidas para aumentar rondas na cidade. A mãe de uma das vítimas pediu responsabilização dos donos das armas que teriam facilitado o acesso aos jovens.
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