- O dólar subiu 0,88% e fechou a R$ 5,187; o Ibovespa avançou 0,52%, para 171.258,87 pontos.
- A reação do mercado foi à ata da 279ª reunião do Copom, divulgada nesta terça (23.jun.2026), com tom de preocupação com a inflação e riscos fiscais.
- O Copom manteve a avaliação de necessidade de restrição monetária maior e por mais tempo; a Selic está em 14,25% ao ano.
- As negociações de paz entre EUA e Irã também chamaram atenção, com a primeira rodada na Suíça convergindo para um roteiro de acordo em até 60 dias.
- O acordo prevê fim da guerra; Teerã voltou a bloquear o estreito de Ormuz e o presidente dos EUA, Donald Trump, ameaçou retomar ataques.
O dólar acelerou o ganho e fechou em alta de 0,88%, aos R$ 5,187. O Ibovespa subiu 0,52%, aos 171.258,87 pontos. O mercado reagiu à ata da 279ª reunião do Copom, publicada nesta terça (23 jun).
A ata aponta preocupação com a deterioração do cenário inflacionário e destaca riscos à política fiscal. O Copom ressaltou que a restrição monetária deve permanecer maior e por mais tempo do que o previsto anteriormente.
O Br GO decresceu, porém, o tom da ata reforçou o cenário de aperto monetário. O Copom já havia reduzido a Selic em 0,25 pp, para 14,25% ao ano, em 18 de março, mantendo cautela frente ao cenário externo.
Avanços nas negociações EUA-Iran
As negociações entre EUA e Irã, em Geneva, contaram com a participação de autoridades norte-americanas e do governo iraniano. Paquistão e Qatar atuaram como mediadores, segundo relatos dos representantes envolvidos.
Os delegados chegaram a um roteiro para um acordo final em 60 dias, com a possibilidade de encerrar o conflito. Teerã voltou a bloquear o estreito de Ormuz, elevando tensões regionais.
Trump, presidente dos EUA, formalizou novamente a ameaça de retomar ataques caso não haja avanço nas tratativas, conforme fontes próximas às negociações. O encontro ocorreu na Suíça entre domingo e segunda-feira.
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