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Investo duplica patrimônio: de R$ 2 bi para mais de R$ 10 bi em 18 meses

Investo pula de R$ 2 bilhões para mais de R$ 10 bilhões em dezoito meses, impulsionada pela demanda por desempenho, liquidez e custos menores nos ETFs

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  • A Investo, controlada pela americana VanEck, saiu de pouco menos de R$ 2 bilhões para mais de R$ 10 bilhões sob gestão em dezoito meses, com meta de ultrapassar R$ 12 bilhões neste ano.
  • O mercado brasileiro de ETFs ganha tração, com o volume total investido subindo de cerca de R$ 50 bilhões para quase R$ 100 bilhões, ainda representando 1% da indústria.
  • O fundador Cauê Mançanares destaca que mais de noventa por cento dos gestores ativos não batem os índices, o que favorece ETFs pela performance, liquidez, transparência e custos menores.
  • A gestora expandiu a oferta para cerca de trinta ETFs, com atuação em renda fixa, ações brasileiras e globais, ouro e bitcoin.
  • A tributação de ETFs de renda fixa é favorável, com isenção de come-cotas e alíquota única, ajudando a impulsionar o segmento, que também conversa sobre ETFs ativos e bônus.

No início de 2025, a gestora brasileira de ETFs Investo tinha pouco menos de R$ 2 bilhões sob gestão. Em 18 meses, esse patrimônio subiu para mais de R$ 10 bilhões, com a meta de superar R$ 12 bilhões neste ano. A Investo é controlada pela americana VanEck.

Cauê Mançanares, fundador e CEO da Investo, atribui o crescimento à transformação do mercado de ETFs no Brasil e à dificuldade de gestores ativos em superar índices. Ele destaca que investidores buscam opções mais transparentes e com resultado previsível.

O atrativo dos ETFs, diz Mançanares, envolve liquidez, transparência e custo menor, sem taxa de performance. Hoje a carteira conta com cerca de 30 produtos, incluindo renda fixa, ações brasileiras e globais, ouro e bitcoin, frente a ~20 no início de 2025.

Contexto do mercado

A fatia brasileira de ETFs ainda é pequena, mas o volume total investido dobrou, aproximando-se de R$ 100 bilhões. Segundo o executivo, mais de 90% dos gestores ativos não superam os índices, reforçando a atratividade dos ETFs como veículo de investimento.

Há também fatores de tributação favoráveis para renda fixa, com alíquota única e zero come-cotas, o que reforça o interesse nesse segmento. Mançanares comenta ainda sobre ETFs ativos, pagamentos de bônus e o uso de IA em estratégias.

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