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Ataque suicida no Paquistão resulta na morte de 16 soldados

Ataque suicida em Khyber Pakhtunkhwa deixa 16 soldados mortos e 19 civis feridos, intensificando a crise de segurança no Paquistão.

Bandeira do Paquistão (Foto: Unsplash)
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Um ataque suicida em Khyber Pakhtunkhwa, no noroeste do Paquistão, matou pelo menos 16 soldados e feriu 19 civis, incluindo seis crianças. O ataque ocorreu quando um homem-bomba detonou um veículo cheio de explosivos contra um comboio militar. Inicialmente, o número de mortos era de 13, mas subiu após a confirmação das autoridades. A violência na região aumentou desde que os talibãs voltaram ao poder no Afeganistão em 2021, e o Paquistão tem enfrentado um crescimento nos ataques de grupos armados. Em 2024, mais de 1.600 pessoas já morreram em ataques, sendo quase metade delas membros das forças de segurança. O governo do Paquistão acusa o Afeganistão de não agir contra os rebeldes que usam seu território para realizar ataques, o que é negado pelo governo afegão.

Pelo menos 16 soldados foram mortos em um ataque suicida na província de Khyber Pakhtunkhwa, no noroeste do Paquistão, neste sábado. O ataque, que também deixou feridos civis, foi reivindicado por um grupo vinculado aos talibãs. Um homem-bomba detonou um veículo carregado de explosivos contra um comboio militar, conforme relataram autoridades locais à AFP.

Inicialmente, a contagem de mortos era de 13, mas o número subiu após a confirmação das autoridades. Além dos soldados, 19 civis ficaram feridos, incluindo seis crianças, que foram atingidas pela explosão que destruiu telhados de casas nas proximidades. A violência na região tem aumentado desde o retorno dos talibãs ao poder no Afeganistão em 2021, com o Paquistão enfrentando um crescimento nos ataques de grupos armados.

A situação de segurança no Paquistão se deteriorou significativamente, com mais de 1.600 mortos em 2024, sendo quase metade deles membros das forças de segurança. Desde o início do ano, cerca de 290 pessoas foram assassinadas em ataques atribuídos a grupos armados, principalmente nas províncias de Baluchistão e Khyber Pakhtunkhwa. O governo paquistanês acusa o Afeganistão de não tomar medidas contra os rebeldes que utilizam seu território para realizar ataques, uma alegação que o governo afegão nega.

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