- Ciprofloxacino é um antibiótico da classe das quinolonas, usado para tratar infecções bacterianas em adultos e, em casos específicos, em crianças entre 5 e 17 anos, incluindo fibrose cística, antraz e infecções do trato respiratório, urinário, gastrointestinal, pele, ossos e tecidos moles.
- O medicamento vem na forma de comprimido revestido de 500 mg, com 14 unidades por embalagem, contendo cloridrato de ciprofloxacino como princípio ativo e excipientes listados na bula.
- Não é indicado para todas as infecções; há restrições para sífilis, pneumonia por Streptococcus pneumoniae e uso em gravidez e amamentação. Possui várias contraindicações e exige cuidado com alterações cardíacas, tendões, sistema nervoso, fígado e função renal.
- Aposições e interações importantes incluem evitar laticínios e minerais próximo da dose, evitar tizanidina, monitorar uso com anticoagulantes, antiarrítmicos, teofilina e outros medicamentos que prolongam o QT, além de consultar o médico sobre outros fármacos em uso.
- A posologia varia conforme a infecção e a gravidade, podendo ir de 250 mg a 750 mg duas vezes ao dia, com durações que vão de 1 dia a até 60 dias em casos de antraz; a bula orienta tomar comprimidos inteiros, com ou sem alimento, e ajustar conforme orientação médica.
O Ciprofloxacino, em apresentação de cloridrato, tem como fabricante o laboratório Novartis e é comercializado pela Sandoz do Brasil. A bula atualizada pela Anvisa em 2017 detalha usos, dosagens e advertências do medicamento. O produto é vendido apenas com prescrição médica.
A bula descreve as indicações para adultos, incluindo infecções do trato respiratório, urinário, pele, ossos, órgãos abdominais e inflamações gonorreia, entre outras. Também há uso específico em fibrose cística e, em caso de antraz, tratamento após exposição.
Para crianças entre 5 e 17 anos, o uso se limita a infecção aguda na fibrose cística causada por Pseudomonas aeruginosa; não se recomenda para outras indicações. Em gestantes e lactantes, o medicamento não é recomendado.
A bula detalha a composição de cada comprimido de 500 mg, com o cloridrato de ciprofloxacino como princípio ativo e os excipientes padronizados. Também especifica que a absorção pode ser afetada por minerais, antiácidos e laticínios.
Entre as precauções, estão efeitos adversos graves, como reações alérgicas, prolongamento do QT, tendinopatias e convulsões. Há alertas sobre uso em idosos, epilepsia, miastenia gravis e interações com diversos fármacos.
O documento também lista contraindicações, como alergia ao ciprofloxacino ou a outras quinolonas, e orienta monitoramento próximo em pacientes com disfunção renal ou hepática. Avança com observações sobre exames, gravidez e amamentação.
Aposentação de uso, interrupção e continuidade do tratamento são tratados com recomendações para não interromper sem orientação médica. Em casos de superdosagem, há orientações de procura de assistência médica e hidratação.
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