- Organização criacionista Respostas em Gênesis expôs dúvidas sobre as alegações de arqueólogos de que a Arca de Noé estaria enterrada em montanhas da Turquia.
- Grupo Noah´s Ark Scans afirma que a descoberta em Durupinar realmente confere com as medidas bíblicas e é legítima.
- Cem Sertesen, caçador de arcas, disse que produzirá mais um documentário apresentando dados de um levantamento geofísico que considera o mais completo até agora.
- Kem Ham e o geólogo Andrew Snelling contestam a hipótese, citando que o sítio vem sendo explorado desde 1959 e que a arca pode não ter sobrevivido intacta; apontam ainda que o local fica em região de lava vulcânica e que as montanhas de Ararat são mencionadas no plural.
- Snelling argumenta que a imagem geofísica depende de interpretação e que só a escavação pode confirmar; para crentes, a arca pode ser aceitável pela fé, independentemente de confirmação física.
- Fonte: Guia-me com informações de The Christian Post.
A organização criacionista Respostas em Gênesis, que administra o Ark Encounter, em Kentucky, questiona as alegações de arqueólogos sobre a possível localização da Arca de Noé em montanhas da Turquia. A controvérsia envolve a equipe Noah’s Ark Scans, que sustenta ter encontrado um formato que, segundo eles, corresponde às medidas bíblicas. A descoberta é apresentada como resultado de levantamentos geofísicos recentes.
Segundo integrantes do Noah’s Ark Scans, a investigação aponta para o sítio de Durupinar, na Turquia, onde uma formação que se assemelha à arca teria sido identificada. O grupo planeja divulgar um novo documentário com dados científicos e relatórios de um levantamento geofísico considerado o mais completo até o momento.
Por outro lado, Kem Ham, presidente da Respostas em Gênesis, afirma que o local já é objeto de exploração desde 1959 e não há evidências suficientes para afirmar a existência da arca ali. Um geólogo ligado ao grupo, Andrew Snelling, sugere que a arca pode não ter sobrevivido intacta, citando a absence de árvores maduras na época e a possibilidade de a madeira ter sido reaproveitada.
Snelling também comenta que locais descritos na Bíblia apontariam para um vale em vez de montanhas, e ressalta que a região fica sobre áreas de lava vulcânica, com o Monte Ararat sendo um vulcão que poderia ter entrado em erupção após o dilúvio. A interpretação de imagens geofísicas é apresentada como dependente de quem a analisa, segundo o especialista.
Segundo o geólogo, o achado não depende da escavação para ter significado para alguns crentes, que baseiam a fé na palavra sagrada. Mesmo diante de novas evidências, ele sinaliza que adversários manteriam céticas as hipóteses apresentadas, mantendo o debate aberto entre as partes.
Fonte: Guia-me com informações de The Christian Post
Entre na conversa da comunidade