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Quatro pinguins são encontrados mortos na Praia da Reserva em trágica descoberta

Pinguins e tartarugas mortas levantam alerta sobre a saúde do ecossistema marinho na costa brasileira. Investigação está em andamento.

Um dos quatro pinguins encontrados mortos na Praia da Reserva, nesta sexta-feira (Foto: Comlurb / Divulgação)
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  • Quatro pinguins mortos foram encontrados na Praia da Reserva, entre Barra da Tijuca e Recreio, na manhã de sexta-feira, 11 de julho de 2025.
  • Os animais foram localizados por garis da Comlurb durante a limpeza da orla.
  • O Projeto de Monitoramento de Praias (PMP) e o Laboratório de Mamíferos Aquáticos e Bioindicadores (MAQUA), da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj), estão investigando as causas das mortes.
  • Entre junho e setembro, pinguins migram da Patagônia argentina para as águas mais quentes da costa brasileira.
  • No último fim de semana, 16 tartarugas-verdes foram encontradas mortas na Praia de Camboinhas, em Niterói, possivelmente devido à pesca irregular.

Quatro pinguins mortos foram encontrados na Praia da Reserva, entre Barra da Tijuca e Recreio, na manhã de sexta-feira (11). Os animais foram localizados por garis da Comlurb durante a rotina de limpeza da orla. O Projeto de Monitoramento de Praias (PMP) e o Laboratório de Mamíferos Aquáticos e Bioindicadores (MAQUA), da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj), estão investigando as causas das mortes.

Entre junho e setembro, pinguins migram da Patagônia argentina para as águas mais quentes da costa brasileira. A descoberta dos pinguins mortos levanta preocupações sobre a saúde do ecossistema marinho na região. Além disso, no último fim de semana, 16 tartarugas-verdes foram encontradas mortas na Praia de Camboinhas, em Niterói, o que surpreendeu especialistas.

A principal suspeita para as mortes das tartarugas é a interação com redes de pesca irregular. Suellem Santiago, coordenadora do PMP, destacou que a quantidade de tartarugas mortas é incomum. “Não me lembro de registros como esse antes na região”, afirmou. A situação evidencia a necessidade de monitoramento e proteção das espécies marinhas, que enfrentam ameaças crescentes devido à atividade humana.

As investigações em andamento buscam esclarecer as causas das mortes e alertar sobre a importância da preservação da vida marinha.

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