- Mira Murati, ex-CTO da OpenAI, anunciou que sua startup, Thinking Machines Lab, arrecadou US$ 2 bilhões em investimentos.
- O anúncio ocorreu em quinze de julho de dois mil e vinte e cinco.
- A rodada de investimentos foi liderada pela Andreessen Horowitz, com a participação de empresas como Nvidia, AMD, Accel, ServiceNow, CISCO e Jane Street.
- A empresa, com sede em São Francisco, desenvolverá um produto de inteligência artificial multimodal e open source.
- Murati enfatizou que a IA deve promover a autonomia individual e ser distribuída de forma equitativa.
Mira Murati, ex-CTO da OpenAI, anunciou que sua startup, Thinking Machines Lab, arrecadou US$ 2 bilhões em uma rodada de investimentos. O anúncio foi feito nesta terça-feira, 15, e a empresa planeja lançar seu primeiro produto em breve. Murati ganhou notoriedade em 2023 ao assumir a posição de CEO interina da OpenAI após a saída de Sam Altman.
A nova empresa, com sede em São Francisco, tem como foco o desenvolvimento de IA multimodal e open source, com o objetivo de empoderar pesquisadores e startups. A rodada de investimentos foi liderada pela Andreessen Horowitz, com a participação de gigantes como Nvidia, AMD, Accel, ServiceNow, CISCO e Jane Street. Murati destacou que a IA deve ser uma extensão da autonomia individual e ser distribuída de forma equitativa.
Foco em Inovação
Murati afirmou que a Thinking Machines está criando uma IA que interage de forma natural com os usuários, utilizando conversação e visão. O primeiro produto da empresa incluirá um componente open source, permitindo que pesquisadores e startups desenvolvam modelos personalizados. Em sua primeira publicação no X desde fevereiro, ela expressou a intenção de compartilhar avanços científicos para ajudar a comunidade de pesquisa a entender melhor os sistemas de IA de ponta.
A fundadora, que deixou a OpenAI em setembro, tem um histórico significativo no setor, incluindo uma passagem pela Tesla, onde contribuiu para o desenvolvimento do Model X. A Thinking Machines Lab surge em um cenário de intensa competição por talentos no Vale do Silício, refletindo o crescente interesse e investimento em inteligência artificial.
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