- A terceira e última temporada de The Newsreader estreou em 8 de julho de 2025.
- A série é ambientada na Austrália dos anos 1980 e aborda a importância dos telejornais em um contexto de desinformação.
- Anna Torv, atriz principal, destacou a relevância dos telejornais, especialmente durante a pandemia de covid-19.
- Torv não utiliza redes sociais e critica a desinformação que elas podem gerar, enfatizando a importância de buscar informações em diferentes fontes.
- A série está disponível no Brasil pela Amazon Prime Video.
A terceira e última temporada de The Newsreader, estrelada pela atriz Anna Torv, estreou em 8 de julho de 2025. A série, que se passa na Austrália dos anos 1980, foca na importância dos telejornais em um contexto de crescente desinformação.
Durante a pandemia de covid-19, Torv, de 46 anos, refletiu sobre a relevância dos telejornais, que voltaram a ser uma fonte crucial de informação. Em entrevista, a atriz comentou que, na sua infância, as famílias se reuniam para assistir aos jornais, algo que se repetiu durante a crise sanitária. “Percebi o que um âncora de jornal representa”, afirmou, destacando a busca por segurança e informação que os jornalistas proporcionam.
A atriz, conhecida por papéis em Fringe e Mindhunter, se preparou para o papel de Helen Norville em The Newsreader realizando um laboratório com jornalistas renomados. “A Helen teria que ter tenacidade e integridade”, explicou. A série, que conquistou audiência na Austrália, está disponível no Brasil pela Amazon Prime Video.
Crítica às Redes Sociais
Anna Torv não possui contas em redes sociais e prefere se informar através de jornais. Ela critica a forma como as redes sociais podem desinformar a população, afirmando que “as pessoas não ficam sabendo do que está acontecendo a não ser que isso seja entregue a elas.” Para ela, é essencial buscar informações de diferentes fontes para obter uma visão mais completa da verdade.
A atriz também observou que, mesmo em uma série ambientada nos anos 1980, é possível fazer paralelos com a atualidade. “Não sei o quão saudável isso é”, disse, referindo-se à obsessão por reconhecimento nas redes sociais. Torv acredita que a forma como consumimos notícias impacta nossa bússola moral e a maneira como nos informamos.
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