- Nove galinhas-d’Angola do BioParque do Rio morreram devido à gripe aviária.
- O parque foi fechado e protocolos de biossegurança foram implementados.
- O Laboratório Federal de Defesa Agropecuária confirmou a causa das mortes.
- A área da Savana Africana ficará interditada por 14 dias.
- Outras áreas do BioParque reabrirão em 24 de outubro, com monitoramento de 15 pessoas que tiveram contato com as aves.
Nove galinhas-d’Angola do BioParque do Rio morreram devido à gripe aviária, resultando no fechamento do parque e na implementação de protocolos de biossegurança. O Laboratório Federal de Defesa Agropecuária (LFDA) confirmou a causa das mortes, levando à interdição da área da Savana Africana, onde os animais estavam, por 14 dias.
O BioParque anunciou que outras áreas reabrirão amanhã, 24 de outubro, seguindo todas as diretrizes necessárias e com a autorização dos órgãos competentes. As autoridades estaduais, incluindo a Secretaria de Estado de Agricultura e a Secretaria de Estado de Saúde (SES-RJ), estão monitorando a situação de 15 pessoas que tiveram contato com as aves. Caso apresentem sintomas respiratórios, um protocolo de caso suspeito humano será ativado, e a pessoa deverá permanecer em isolamento.
A testagem das pessoas expostas será realizada com material coletado e enviado ao Laboratório Central Noel Nutels (Lacen) e à FIOCRUZ. É importante ressaltar que casos de transmissão do vírus H5N1 para humanos são raros, e a gripe aviária não é transmitida pelo consumo de carne ou ovos.
O BioParque segue rigorosamente as orientações de biossegurança, que incluem o isolamento total da área afetada e o monitoramento clínico das aves. Medidas semelhantes foram adotadas em outros zoológicos, como o Zoológico de Brasília, que também fechou após a confirmação do vírus em uma ave silvestre. O Brasil havia sido declarado livre da influenza aviária de alta patogenicidade em junho, após a resolução de um foco em uma granja no Rio Grande do Sul.
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