- O BioParque do Rio confirmou a morte de 16 galinhas-d’Angola e dois pavões devido à gripe aviária.
- Exames do Laboratório Federal de Defesa Agropecuária (LFDA) confirmaram a doença.
- A área chamada Savana Africana permanece interditada por 14 dias como medida de segurança.
- Quinze funcionários que tiveram contato com as aves estão sendo monitorados, mas não apresentam sintomas.
- As autoridades estaduais estão atentas e atuando na vigilância e prevenção da gripe aviária.
O BioParque do Rio confirmou, nesta sexta-feira, que o número de galinhas-d’Angola mortas subiu para 16, além de dois pavões. Exames realizados pelo Laboratório Federal de Defesa Agropecuária (LFDA) confirmaram que as mortes estão relacionadas à gripe aviária. A área conhecida como Savana Africana, onde os animais estavam, permanece interditada por 14 dias como medida de segurança.
Desde a primeira notificação, em 17 de outubro, o parque tem seguido rigorosos protocolos internacionais de biossegurança. A equipe técnica do BioParque, em colaboração com autoridades sanitárias, está realizando um monitoramento contínuo da situação. O parque reabriu para visitação na última quinta-feira, após uma semana fechado, exceto pela área afetada.
Atualmente, 15 funcionários que podem ter tido contato com as aves doentes estão sendo monitorados. Até o momento, nenhum deles apresenta sintomas da doença, que é rara em humanos. As autoridades estaduais, incluindo a Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento e a Secretaria de Estado de Saúde (SES-RJ), estão atentas e atuando na vigilância e prevenção da gripe aviária.
A gripe aviária é uma doença que afeta o sistema respiratório das aves e pode ser transmitida por meio de aerossóis e contato direto. O BioParque continua a seguir as orientações das autoridades para garantir a segurança de seus visitantes e a saúde dos animais.
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