- Neia e Sérgio Cabral compraram um sobrado em Santo Amaro, São Paulo, para reformá-lo para seus filhos.
- Durante a reforma, descobriram uma adega com cerca de 200 garrafas de vinho antigas, datadas da década de 70.
- A adega, chamada “Cave aux Vins”, possui paredes de tijolos hexagonais e registros de temperatura, indicando que os antigos proprietários eram apreciadores de vinho.
- Neia compartilhou a descoberta nas redes sociais, atraindo o interesse de especialistas em vinhos, que comentaram sobre a qualidade das garrafas.
- Neia planeja transformar a adega em um espaço para ferramentas, mantendo a estética original do corredor.
O casal Neia e Sérgio Cabral adquiriu um sobrado em Santo Amaro, São Paulo, com o intuito de reformá-lo para seus filhos. Durante as obras, descobriram uma adega com aproximadamente 200 garrafas de vinho antigas, datadas da década de 70. A descoberta surpreendeu o casal, que não esperava encontrar tal tesouro.
A adega, batizada de “Cave aux Vins”, é um corredor estreito ao lado da garagem, com paredes de tijolos hexagonais. O espaço, que já foi climatizado, continha registros e planilhas de temperatura, indicando que os antigos proprietários eram apreciadores de vinho. Neia compartilhou a descoberta nas redes sociais, gerando interesse de especialistas sobre a qualidade dos vinhos.
O antigo proprietário, um senhor de 70 anos, deixou as garrafas para o casal, que inicialmente não deu importância ao achado. Neia comentou que, ao ver as garrafas, percebeu que eram muito antigas e decidiu filmar a adega antes de descartá-las. A repercussão nas redes sociais trouxe comentários como “Se não é vinagre, é ouro”, despertando a curiosidade de sommeliers.
Avaliação dos Vinhos
Eduardo Sartori, diretor da Associação Brasileira de Sommeliers (ABS) de Campinas, destacou que a preservação de vinhos não é uma ciência exata. Ele explicou que a maioria dos vinhos é para consumo rápido e que poucos conseguem envelhecer por décadas. A qualidade dos vinhos deve ser avaliada individualmente, considerando fatores como o armazenamento e a diminuição do líquido nas garrafas.
Neia, que é advogada, teve a oportunidade de conhecer mais sobre a história dos antigos moradores, que eram intelectuais e deixaram uma biblioteca e memorabilia na casa. Ela não tem pressa em decidir o que fazer com as garrafas e planeja transformar a adega em um espaço para ferramentas, mantendo a estética original do corredor.
Entre na conversa da comunidade