- O ministro Padilha destacou que o negacionismo é o principal problema que afeta a saúde no país, com ações do Ministério da Saúde e da Advocacia-Geral da União contra notícias falsas sobre vacinação.
- Em 2025, espera-se melhoria na cobertura vacinal em relação a 2024, quando houve crescimento de até cento e oitenta por cento no número de municípios acima da meta de 95%.
- O estado de São Paulo registrou no sábado, 13 de janeiro, o segundo caso de sarampo neste ano, em homem não vacinado que viajou ao exterior; todos os 36 casos nacionais deste ano tiveram origem fora do país.
- O Brasil continua sem circulação endêmica do vírus da sarampo e mantém o certificado de país livre da doença, após a recuperação da situação que levou à perda em 2019.
- A vacinação de profissionais de saúde contra a dengue, com a vacina desenvolvida pelo Instituto Butantan e aprovada pela Anvisa em 8 de janeiro, deve começar até o final de janeiro de 2026, com ações de aceleração previstas em Botucatu (SP) e Maranguape (CE).
Estamos vencendo essa batalha, afirma o ministro sobre vacinação, destacando que o negacionismo afeta profissionais de saúde e famílias. O Ministério da Saúde e a Advocacia-Geral da União atuam em ações judiciais para conter notícias falsas sobre vacinação e cursos vinculados.
No sábado passado, 13, São Paulo registrou o segundo caso de sarampo no ano, em homem sem vacinação que viajou ao exterior. Ao todo, 36 casos neste ano tiveram origem fora do país; o Brasil permanece certificado como país livre de transmissão interna.
Padilha ressalta que 2025 deve ter cobertura vacinal superior à de 2024, quando houve recorde de 180% de municípios acima da meta de 95%. A imunização de profissionais contra a dengue, desenvolvida pelo Butantan e aprovada pela Anvisa, deve começar até o fim de janeiro de 2026.
Plano de imunização contra a dengue
A previsão é iniciar a vacinação de profissionais ainda no final de janeiro, com continuidade em fevereiro e março. Botucatu (SP) e Maranguape (CE) serão localidades piloto para acelerar a vacinação e dar impulso a um plano nacional, conforme disponibilidade de produção.
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