- Verão de 2026 começa no dia 21, com neutralidade do ENOS e chuvas distribuídas de forma regional.
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- Sul deve ter chuvas acima da média; Sudeste e Nordeste seguem com estresse hídrico, e Minas Gerais pode registrar até 100 mm abaixo da média.
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- Centro-Oeste apresenta cenário favorável, com MT próximo ou acima da média; GO fica abaixo; Norte permanece úmido na maioria, mas Tocantins e sudeste do Pará podem ficar mais secos.
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- ONS apresenta cenários otimista e pessimista, com recomposição gradual dos reservatórios e impactos tarifários regionais.
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- Previsão de abastecimento de água e energia como fator crítico; tarifas devem variar por região, com queda no Sul, Sudeste e Centro-Oeste e alta no Norte e Nordeste, mantendo o fornecimento garantido, porém mais caro.
O verão de 2026 terá neutralidade climática observada pelo ENOS, sem El Niño ou La Niña segundo INMET e Inpe. As previsões indicam chuvas regionais com impactos distintos pelo país, influenciando agro, água e geração de energia. O início do período, marcado pelo primeiro trimestre, ocorreu no último domingo, 21 de dezembro de 2025, conforme o ciclo sazonal.
O Sul deve registrar chuvas acima da média histórica, favorecendo culturas de verão. Em contrapartida, o Sudeste e o Nordeste enfrentam estresse hídrico, com Minas Gerais podendo ficar até 100 mm abaixo da média. O Centro-Oeste aponta cenário de melhor disponibilidade em MT, mas GO fica abaixo.
Regionalização das projeções
No Norte, as áreas de produção devem ter maior umidade, com exceção de Tocantins e sul do Pará, mais secas. O Operador Nacional do Sistema Elétrico projeta cenários otimistas e pessimistas, com impactos distintos nas tarifas regionais.
Energia, água e tarifas
As chuvas previstas podem favorecer reservatórios e hidrelétricas no Sul e no Centro-Oeste, contribuindo para o abastecimento de água e energia. A ONS aponta recomposição gradual dos reservatórios, embora haja incerteza quanto ao volume de água entre dez/2025 e mai/2026.
Projeções de água e tarifas
Em cenários favoráveis, a energia armazenada no Sudeste e Centro-Oeste ficaria 16,3 pontos percentuais acima de 2025 ao final de maio; no pessimista, 29,3 pontos percentuais abaixo. O conjunto de usinas e transmissão pode ficar 15 pontos percentuais acima de 2025 no otimista, ou 17,9 pontos abaixo no menos favorável.
Desafios e monitoramento
A neutralidade climática de 2026 implica variações rápidas locais, exigindo atualização constante de dados meteorológicos. A ZCAS segue como principal motor de chuvas, elevando a incerteza para planejamento agrícola e reajustes tarifários regionais.
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