- Bryan Johnson afirma que pretende alcançar a imortalidade até 2039, em postagem publicada no X.
- O bilionário associa o objetivo ao avanço da inteligência artificial e da biotecnologia, dizendo que o cenário tecnológico atual abre possibilidades.
- Johnson ficou conhecido por protocolos extremos de longevidade, com rotina rigorosa, dieta baseada em vegetais, dezenas de suplementos e uma equipe de cerca de 30 especialistas monitorando seus indicadores biológicos.
- Ele admite que ainda não existe um método definido para a imortalidade e que terapias experimentais trazem riscos, incluindo possíveis efeitos colaterais e câncer.
- Como referência, cita exemplos da natureza — como águas-vivas que regeneram tecidos e lagostas que apresentam telomerase — para explicar ideias sobre envelhecimento e proteção do DNA.
Bryan Johnson afirma mirar a imortalidade até 2039, apoiado pelo ritmo atual da inteligência artificial para acelerar a biotecnologia. A declaração foi publicada pelo empresário em uma postagem no X. Ele reconhece incertezas e riscos, sem método definido.
O bilionário já era conhecido por protocolos extremos de longevidade, com rotina rigorosa, monitoramento diário e equipe de cerca de 30 especialistas. O objetivo é reduzir a idade biológica de órgãos e tecidos, com dados acompanhados diariamente.
Johnson, de 48 anos, mantém prática de horários rígidos, ingestão de dezenas de suplementos e uma alimentação majoritariamente vegetal. A última refeição ocorre pela manhã, segundo relatos publicados pela imprensa.
Contexto e visão sobre IA
O empresário afirma que os avanços da IA tornam o cenário tecnológico único para a biomedicina. Ele sustenta que as inovações atuais podem acelerar descobertas que impactem o envelhecimento humano.
Ele também aponta que, embora promissoras, terapias experimentais envolvem riscos de efeitos colaterais graves. Entre as possibilidades citadas estão o câncer e outras complicações associadas a novos métodos.
A partir de exemplos da natureza, Johnson cita águas-vivas e lagostas como referências para combater o envelhecimento. Espécies com regeneração celular ou telomerase contínua são mencionadas para fundamentar o conceito.
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