- O governo dos EUA divulgou novas diretrizes alimentares para melhorar hábitos nutricionais, com ênfase em dieta balanceada com frutas, verduras, grãos integrais e proteínas magras, e redução de ultraprocessados, açúcares adicionados e gorduras saturadas.
- As diretrizes destacam atividade física e peso saudável: adultos devem fazer no mínimo 150 minutos de exercício de intensidade moderada por semana; crianças e adolescentes devem permanecer ativos por pelo menos 60 minutos diários.
- O secretári o de saúde e serviços humanos, Robert F. Kennedy Jr., tornou a política de nutrição parte central da agenda Make America Healthy Again.
- As diretrizes devem influenciar programas federais de nutrição e iniciativas de saúde pública em todo o país.
- Baseadas nas evidências científicas mais recentes, visam combater obesidade, diabetes e doenças cardíacas, promovendo hábitos alimentares sustentáveis e a saúde ambiental.
O governo dos EUA divulgou novas Diretrizes Dietéticas para Americanos, apresentadas pela Casa Branca. A publicação reforça hábitos alimentares equilibrados e o papel da atividade física na saúde pública.
As diretrizes destacam consumo intenso de frutas, verduras, grãos integrais e proteínas magras, com redução de alimentos processados, açúcares adicionados e gorduras saturadas. A intenção é melhorar a alimentação nacional.
A vice-alimentação de políticas é liderada pelo secretário de Saúde e Serviços Humanos, Robert F. Kennedy Jr., que integrou a agenda Make America Healthy Again. Ele aponta foco na nutrição como eixo central de políticas públicas.
As diretrizes recomendam ao menos 150 minutos de atividade física moderada por semana para adultos e 60 minutos diários para crianças e adolescentes, visando controle de peso e prevenção de doenças.
Elas também buscam orientar programas federais de nutrição e iniciativas de saúde pública, com base em evidências científicas atualizadas. O objetivo é reduzir obesidade, diabetes e doenças cardíacas.
Além disso, promovem hábitos alimentares sustentáveis que favoreçam a saúde ambiental, alinhando saúde individual e coletiva com metas de sustentabilidade.
As diretrizes sinalizam um marco na estratégia de saúde pública, segundo a administração. A expectativa é que a adesão nacional contribua para menor incidência de doenças crônicas e melhoria do bem-estar geral.
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