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Pensamento positivo pode aumentar resposta imune a vacinas, aponta estudo

Pensamento positivo pode aumentar a resposta imune à vacina, com mais anticorpos em voluntários, sugerindo estratégias mentais como complemento à imunização

The study found boosting activity in the ventral tegmental area, a part of the brain’s reward system, had the strongest immune response.
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  • Estudo aponta que pensamento positivo pode aumentar a resposta imune, gerando mais anticorpos após a vacina contra hepatite B.
  • Pessoas que ativaram o sistema de recompensa do cérebro tiveram a resposta imune mais forte, ao treinarem estratégias mentais.
  • As participantes receberam feedback em tempo real sobre a atividade cerebral durante o treinamento.
  • Resultado sugere potencial de estratégias mentais como complemento à imunização, mas é preciso maior número de testes clínicos.
  • Autores destacam que a abordagem não substitui vacinas nem cuidados médicos padrão; novos estudos vão investigar outros aspectos da resposta imune.

O estudo aponta que o otimismo pode ampliar a resposta imune de indivíduos vacinados. Pesquisadores associam a mentalidade positiva à maior ativação do sistema de recompensa cerebral, o que refletiu em mais anticorpos após a vacinação.

Participaram voluntários saudáveis que passaram por sessões de treinamento mental para estimular áreas específicas do cérebro. O protocolo combinou decisões de autopercepção com feedback em tempo real sobre o desempenho.

Após quatro sessões, os voluntários receberam a vacina contra hepatite B. A coleta de sangue ocorreu duas e quatro semanas depois para medir anticorpos, revelando maior resposta entre quem ativou o sistema de recompensa.

Implicações e próximos passos

Os autores destacam que o efeito é preliminar e não substitui vacinas nem cuidados médicos. O grupo avalia se outras funções do sistema imune também são impactadas, como marcadores inflamatórios.

Especialistas externos reconhecem o potencial, mas ressaltam que a relevância clínica ainda precisa de confirmação em ensaios maiores. Pesquisas futuras devem confirmar a duração da resposta e a aplicabilidade em pacientes com imunidade comprometida.

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