- Londres é o único lugar no Reino Unido onde é possível encontrar escorpiões, cobras, tartarugas, focas, pavões e falcões tudo na mesma cidade, em meio a microclimas urbanos variados.
- Moradores da cidade se beneficiam de invernos mais amenos que favorecem espécies como insetos e outros animais que aproveitam a disponibilidade de alimento ao longo do ano.
- Mosquitos da espécie Culex pipiens f. molestus ocupam estruturas da rede de transportes; mais de dez mil escorpiões de cauda amarela vivem em paredes de docas em Kent e podem ter migrado para o leste de Londres.
- Animais aquáticos que se adaptaram ao Thames incluem lontras e focas-comuns, além de espécies como o demon shrimp e cavalos-méis curtos. Moradores do Thames também atraem tartarugas de orelha vermelha, que foram trazidas como animais de estimação.
- Falcões-peregrinos vivem em blocos de contêineres no Barbican, enquanto morcegos prosperam em canais e edifícios desocupados; pavões podem ser vistos no Jardim Kyoto, em Holland Park.
London abriga um mosaico de espécies que prosperam graças aos microclimas urbanos. A cidade oferece habitats variados além do zoológico, permitindo que animais de áreas rurais encontrem nichos na paisagem construída.
Gestores ambientais destacam que, em uma milha dentro da cidade, é possível encontrar jardins, quintais, linhas férreas e trechos de floresta antiga, criando uma diversidade surpreendente para invertebrados, aves e mamíferos.
O clima urbano também favorece a sobrevivência no inverno, com verões amenos e corredores hídricos que evitam congelamentos. Isso sustenta a alimentação de espécies como lontras e garças durante os meses mais frios.
Land
A estação de метро abandonada abriga mosquitos que migraram de outras regiões, conhecidos como London Underground mosquito. Originários do Oriente Médio, eles se adaptaram ao ambiente de túneos e paredes da cidade.
Ao longo dos anos, mais de 10 mil escorpiões de cauda amarela migraram para o Reino Unido, acredita-se, a partir de cargas de alvenaria italiana, instalando-se nos interstícios de instalações portuárias em Kent e no leste de Londres.
Regent’s Park oferece condições de floresta para a principal população de cobras करते Zamenis longissimus, uma das maiores espécies de constritore. Pensa-se que esses animais escaparam de instalações de pesquisa e se alimentam de roedores e aves.
Waterways
Londres registra lontras atuantes nas águas próximas ao Queen Elizabeth Olympic Park, onde podem ser avistadas brincando. A mortalidade reduziu com a melhoria de esgotos e gestão de resíduos industriais, que reverteram o rio Thames a um ecossistema habitável.
No estuário do Thames, centenas de focas-telhares costumam percorrer o curso do rio para caçar peixes que retornaram às águas da cidade. Espécies exóticas também aparecem, como o demon shrimp, invasor agressivo do Mar Negro, e cavalos-macacos-de-nariz-curto, thought to drift with Gulf Stream.
Terrapins de orelha vermelha, trazidos nos anos 1980 durante a febre dos Tartarugas Ninja, são avistados em lagoas urbanas e canais. A enguia europeia permanece presente, migrando entre o Atlântico e os rios locais para completar seu ciclo de vida.
Sky
Falcoes-peregrinos, entre eles cerca de 40 pares reprodutores, ocupam torres no centro de Londres, incluindo o Barbican, onde jovens aprendem a voar sobre a cidade. Também há vejo de corujas e pombos que se adaptaram ao tráfego urbano.
Na região, morcegos circulam ao longo de canais, edifícios industriais desativados e até dentro de residências, usando grandes arteriais de transporte como rotas de orientação. Pássaros legados ao passado aristocrático aparecem em parques da cidade.
Pequenos descendentes de pavões podem ser vistos na Kyoto Garden, em Holland Park, enquanto pelicanos de St James’s Park têm origem histórica, presenteados ao rei Carlos II em 1664. A cidade revela uma fauna diversa que se adapta ao ambiente urbano.
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