- Reduzir em trinta por cento o consumo total de calorias, por pelo menos vinte e cinco por cento da vida, pode desacelerar o envelhecimento do cérebro.
- O resultado veio de um estudo com macacos rhesus, cujos cérebros são mais parecidos com os humanos.
- O experimento começou na década de mil novecentos oitenta e foi realizado pela Universidade de Boston em parceria com o National Institute on Aging.
- Dois grupos foram observados; um deles consumiu trinta por cento menos calorias por dia.
- Ao fim da vida, as micróglias dos macacos alimentados com menos calorias estavam mais ativas e saudáveis, indicando impacto da dieta na saúde cerebral.
- Fonte: estudo “Calorie restriction attenuates transcriptional aging signatures in white matter oligodendrocytes and immune cells of the monkey brain”.
Reduzir em 30% o consumo total de calorias por pelo menos 25% da vida pode desacelerar o envelhecimento do cérebro. Esse efeito já era observado em ratos e agora foi comprovado em primatas, com cérebro mais parecido ao humano.
O estudo foi conduzido por pesquisadores da Universidade de Boston em parceria com o National Institute on Aging, nos EUA. Eles acompanharam macacos rhesus, divididos em dois grupos: um deles consumiu 30% menos calorias por dia.
Décadas depois, ao chegar o momento de falecer, os animais passaram por autópsia. Nos macacos que comeram menos, as micróglias do cérebro estavam mais ativas e saudáveis, sugerindo impacto na saúde cerebral com a restrição calórica.
Sobre o estudo
Os pesquisadores indicam que a dieta pode influenciar a saúde cerebral e que a restrição calórica pode retardar aspectos do envelhecimento cerebral, segundo as anotações do estudo publicado recentemente.
Fonte: Calorie restriction attenuates transcriptional aging signatures in white matter oligodendrocytes and immune cells of the monkey brain.
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