- O projeto de fazenda solar em Menear Farm, entre St Austell e a paróquia de Treverbyn, com 25,5 hectares (63 acres), recebeu aprovação em recurso após a recusa do Cornwall Council.
- O inspetor de planejamento Shaun Harrington afirmou que o empreendimento “não causaria impactos ambientais significativos”.
- O então vereador Matt Luke criticou a decisão, dizendo que o local é “os últimos campos verdes no cenário” e haveria impacto visual.
- Harrington destacou que, embora haja algum dano ao paisagem, os benefícios de energia renovável são substanciais e pesam a favor, considerando a necessidade nacional.
- A fazenda solar operará por 40 anos e deve gerar energia suficiente para cerca de 3.880 residências; haverá plantio de árvores nativas, sebes e outras intervenções para integração visual.
Anesco Ltd, empresa de infraestrutura de energia, recebeu a aprovação para um parque solar em Menear Farm, entre St Austell e a paróquia de Treverbyn, após recurso. O projeto abrange 25,5 hectares (63 acres) de terreno. A decisão ocorre após a Cornwall Council ter recusado o plano no ano passado.
O empreendimento foi apresentado em abril pelos responsáveis pelo terreno. O inspetor de planejamento Shaun Harrington disse que a proposta não causaria impactos ambientais significativos relevantes. A decisão foi anunciada após audiência realizada em janeiro, quando Anesco recorreu da negativa unânime da council.
O que motivou a decisão final foi a necessidade nacional de instalações de energia renovável. Harrington indicou que, apesar de haver algum dano ao paisaje, os benefícios superam os prejuízos. A revisão aponta ganhos substanciais em termos de fornecimento de energia.
Decisão e impactos
Acoso político local se manifestou contrariamente ao projeto. O conselheiro James Mustoe, que representa a região, lamentou a decisão do inspetor, que, segundo ele, resolveu em nome do governo central sustentar a aprovação de um parque solar de grande escala em área de campo. Segundo a Local Democracy Reporting Service, há impacto perceptível no entorno.
A Anesco informou que o parque operará por 40 anos e terá capacidade de suprir cerca de 3.880 residências. Tom Clements, responsável pelo projeto, afirmou que não haveria impactos relevantes no relevo, destacando a boa proteção natural do local por meio de barreiras verdejantes, árvores nativas e cerca viva que seriam mantidas ou ampliadas.
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